FILIPEPC Escreveu:
Canas partidas actualmente são aos magotes, e Híbridas então são mais que muitas. Isso é uma evidência, que deriva do facto das canas serem leves, serem na maioria das híbridas de acção de ponta( acção que mais problemas dá, apesar de serem as minhas preferidas), e no facto de as marcas continuarem a apresentar gramagens altas para o que as canas aguentam.
Boas Filipe

Para além de te dar toda a razão na segunda parte deste excerto do teu cometário, quando dizes que as marcas continuam a apresentar gramagens altas para o que as canas aguentam, convém o pessoal começar a entende-las na forma mais correcta essas gramagens "tipo": 100-200gr e 100-225gr, 100-250gr e 100-300gr (menos usual). Como é obvio elas não aguentam isso mas podemos compara-las a umas CX, BX ou AX no que se refere à Shimano ou mesmo a umas 30, 33, ou 35 no que à Daiwa concerne.
Já na primeira parte, convém também verificar onde quebram mais as hibridas (na ponteira). Mas na minha opinião, o principal factor de quebra de muitas hibridas é o tipo de lançamento que é efectuado com elas ... Um lançamento por cima da cabeça com uma chumbada pesada é uma imagem digna de se ver... é um movimento violento com uma aceleração rapidissima de trajecto curto. Imagino o quanto sofre a ponteira e em que angulo o blank começa a carregar para libertar um pouco a carga exercida na ponteira... Já no caso dos lançamentos mais laterais, side e OTG, estes perdoam mais a ponteira tendo mais trajecto e consequentemente menos carga no ponto alto da cana e mais em toda ela. Mais uma vez, a escolha por 4,5m é fundamental para quem lança por cima.
4,25m, lançamento por cima e gramagens altas é uma mistura explosiva paras as canas hibridas.
Mas lá está, a acção das canas é quase como os rótulos das bobines de linha
Abraço