Caro FilipePC, discordo não no todo mas em parte sobre os carretos NBS/BANAX.
Claro que nem todos sabem como são feitos os carretos, mas como por acaso sei, pelo menos alguns por videos de fabricas de algumas marcas e ate onde são feitos carretos para VARIAS MARCAS, até faz sentido a "nossa" ignorancia (refiro este termo dum modo global e pacifico e não com a intenção de chamar ignorante a ninguem) em relação aos mesmos ou alguns.
Tambem não venho aqui defender marca alguma, que fiquer claro, mas a BANAX tem e fabrica bons carretos e para muitas marcas; a NBS é uma marca como por exemplo a AMARRAS (por ser conhecida) em que somente "empresta" o nome e recebe royalties.
Sempre fui muito critico em relação a alguns materiais, mas quem está do lado de lá (os importadores) tambem tem muito trabalho a desenvolver e a escolher materiais para o nosso mercado (infelizmente nem sempre o que nós precisamos), por isto penso serem criticas muito duras acerca das marcas.
Os carretos são feitos mediante um catago de referencias que a fabrica faz, e ou se pinta de varias cores, ou fazem buraquinhos na bobine, ou leva menos ou mais rolamentos, ou tem pega de plastico ou madeira e por ai adiante, no fundo não muda muito...
Nas canas a coisa é mais versatil porque o Blank é contruido de raiz e à maneira do cliente.
As grandes marcas é que investem em investigação, em moldes novos, e em sistemas inovadores pois têm meios economicos para isso.
Dou o exemplo que conheço, o Dynaspin que não tem senfim nem outras peças ditas normais na maioria dos carretos. A Shimano e a Daiwa tambem apostam em inovações, mas as restantes marcas pouco podem mudar de moldes já feitos pois só assim conseguem ser competitivos.
Na europa ainda temos algumas fabricas como a Banax, Reglass, a Torai para carretos, canas e fios, entre outras e ficam mais perto de nós do que a China por exemplo, e as marcas mais pequenas não têm outro remedio do que comprar o mais barato e mais perto que têm.
Agora faço criticas sim mas ao facto de os importadores Nacionais não fazerem o trabalho de casa que é sondar os pescadores Portugueses sobre os materiais e aquilo de os pescadores nacionais "querem" no mercado. Não admito que alguem que compre material para comercializar em Portugal, nunca tenha pescado a não ser no prato.
Espero ter ajudado a que entendam mais ou menos como a coisa funciona, e desculpem lá qualquer coisinha...
