Em mares nunca navegados - Sines
Enviado: segunda ago 03, 2009 10:35 am
Resalva - saida efectuado no efeito do convivio de pesca embarcada do Porto de Abrigo
Ai estou quem nem posso
Bem um dia memoravel em muitos aspectos, desde uma estreia em grande nos mares de sines (fechando assim o ciclo de saidas na costa alentejana
) terminando com um belo de um arrozinho de tamboril 5***** tenho de voltar la
Desde já é de salutar o convivo que houve e o esforço para que todo corra da melhor forma possivel (atingido este ultimo),
foi bom rever alguns conhecidos e conhecer outros pescadores, foi igualmente bom saber que um dos meus pesqueiros favoritos continua a factorar mesmo que seja de terra (Brejao, ao rubro
).
Bem vamos ao que interessa:
Chegados ao Local do crime (porto) começa a azafama de descargar a tralha das pescas
e ouvir os ultimos conselhos do Ernesto e a respectiva destribuiçao pelos barcos, a partir dai toca a rumar ao mar.
No meu caso saiu me na rifa um barquinho 5* (Açor) com tudo arrumado dentro do barco seguimos destino em direçao ao pesqueiro.Ao longe as nuvens e uma neblina prometiam fazer das suas, coisa que para alem de uma neblina pasageira nao retirou o encanto a um belo dia verao.
Pesqueiro escolhido e toca de começar a ver o que por la se passa em baixo, sardinha fresquinha para baixo e esperar pelo toques, toques esses muito poucos mas os anzois iam aparecendo limpos sinal que havia azafama la por baixo.
Bem alguem pediu uma cavala para iscar
sai uma pra mesa do canto
diga-se que foi a 1 de algumas com fomos sendo premiados ao longo do dia, sempre serviu para iscar alternando a ementa que ia desaprecendo la em baixo toques ligeiros e miudinhos iam se sucedendo, dando sinal que a miudagem andava a fazer estragos
eis que alguem se lembra de começar a "chorar" :
- eu queria é um parguinho,
Nao seja por causa disso sai um pargo para a mesa do canto, um parguete mais concretamente pois nao chegava ao kilo mas vinha todo irritado tal não foi a forma com que se manifestou na subida ate ao barco. Abertas as hostilidades as começou-se a esperar pelos irmaos mais velhos, tios, pais, avos do nosso amigo mas esses tardavam, e a ementa ia mudando de aspecto foi as iscadas de sardinha deixaram de ser tao apreciadas sendo trocadas pelas belas das cavalas sempre uteis .
Eis que o “mestre “ Carlos se lembrou bem vamos la por ordem nesta coisa de “chorar “ que afinal quem manda aqui sou, e vai dai ...num espaço de 10 minutos saiem 2 bicas ali pro canto.
So eu é que não apanho uma bica, nem um pargo
Bem com isto chega a hora de almoço dos nossos amigos e nos resolvemos -nos tornar solidarios por isso toca de puxar ca para fora uns panadinhos, uma chupeta e um presunto de atum acompanhados de 2 branquinhos frescos, ate o Carlos comeu ele que admitiu que nem habito seu almoçar.
Comidas e bebidos e já nem as bicas faltavam (café) começamos a ponderar mudar de pesqueiro enquanto isso eu saco mais um parguinho e ficou a decisao tomada iriamos ficar por ali poi já havia uns 5 pargos a bordo e 2 bicas e alguns carapaus.
Se a ementa de manha era a cavala de tarde foi o camarao dono e senhor e ainda assim fez mais capturas desta vez coube ao Paulo testar a sua habilidade com eles e ao qual não pude deixar de juntar-me mas desta vez calhou me um sargo bicudo mais uma estreia para mim.Enquanto isso o meu colega Francisco andava a lutar com uns carapaus e com uns polvos.
Eis que resolvo testar novamente os queixos de mais parguete fazendo a companhia aos anteriores e aos do Paulo. Ate ao fim da tarde mais nada de relevo saiu para alem de uns polvitos e de uns carapaus. Chegada a hora rumamos a terra com a sensaçao de um dia bem passado, ai chegados destriubui-se o peixe por todos e toca a despachar que o banho e a janta chama-nos .
Um dia a repetir-se
MAl eu tenha as fotos eu coloco
Ai estou quem nem posso
Bem um dia memoravel em muitos aspectos, desde uma estreia em grande nos mares de sines (fechando assim o ciclo de saidas na costa alentejana
Desde já é de salutar o convivo que houve e o esforço para que todo corra da melhor forma possivel (atingido este ultimo),
foi bom rever alguns conhecidos e conhecer outros pescadores, foi igualmente bom saber que um dos meus pesqueiros favoritos continua a factorar mesmo que seja de terra (Brejao, ao rubro
Bem vamos ao que interessa:
Chegados ao Local do crime (porto) começa a azafama de descargar a tralha das pescas
No meu caso saiu me na rifa um barquinho 5* (Açor) com tudo arrumado dentro do barco seguimos destino em direçao ao pesqueiro.Ao longe as nuvens e uma neblina prometiam fazer das suas, coisa que para alem de uma neblina pasageira nao retirou o encanto a um belo dia verao.
Pesqueiro escolhido e toca de começar a ver o que por la se passa em baixo, sardinha fresquinha para baixo e esperar pelo toques, toques esses muito poucos mas os anzois iam aparecendo limpos sinal que havia azafama la por baixo.
Bem alguem pediu uma cavala para iscar
- eu queria é um parguinho,
Nao seja por causa disso sai um pargo para a mesa do canto, um parguete mais concretamente pois nao chegava ao kilo mas vinha todo irritado tal não foi a forma com que se manifestou na subida ate ao barco. Abertas as hostilidades as começou-se a esperar pelos irmaos mais velhos, tios, pais, avos do nosso amigo mas esses tardavam, e a ementa ia mudando de aspecto foi as iscadas de sardinha deixaram de ser tao apreciadas sendo trocadas pelas belas das cavalas sempre uteis .
Eis que o “mestre “ Carlos se lembrou bem vamos la por ordem nesta coisa de “chorar “ que afinal quem manda aqui sou, e vai dai ...num espaço de 10 minutos saiem 2 bicas ali pro canto.
So eu é que não apanho uma bica, nem um pargo
Bem com isto chega a hora de almoço dos nossos amigos e nos resolvemos -nos tornar solidarios por isso toca de puxar ca para fora uns panadinhos, uma chupeta e um presunto de atum acompanhados de 2 branquinhos frescos, ate o Carlos comeu ele que admitiu que nem habito seu almoçar.
Comidas e bebidos e já nem as bicas faltavam (café) começamos a ponderar mudar de pesqueiro enquanto isso eu saco mais um parguinho e ficou a decisao tomada iriamos ficar por ali poi já havia uns 5 pargos a bordo e 2 bicas e alguns carapaus.
Se a ementa de manha era a cavala de tarde foi o camarao dono e senhor e ainda assim fez mais capturas desta vez coube ao Paulo testar a sua habilidade com eles e ao qual não pude deixar de juntar-me mas desta vez calhou me um sargo bicudo mais uma estreia para mim.Enquanto isso o meu colega Francisco andava a lutar com uns carapaus e com uns polvos.
Eis que resolvo testar novamente os queixos de mais parguete fazendo a companhia aos anteriores e aos do Paulo. Ate ao fim da tarde mais nada de relevo saiu para alem de uns polvitos e de uns carapaus. Chegada a hora rumamos a terra com a sensaçao de um dia bem passado, ai chegados destriubui-se o peixe por todos e toca a despachar que o banho e a janta chama-nos .
Um dia a repetir-se
MAl eu tenha as fotos eu coloco