Aqui fica a minha visão deste encontro de amigos, (com pesca e tudo
Saí de casa perto das três, passei em A dos Cunhados, onde o David me esperava e rumámos ao Baleal, já tinha contactado com o Zé "Rider"para nos esperar pois queria tomar um caminho que me era desconhecido, entretanto o amigo Trindade também ía lá ter para seguirmos para o Pico da Mota.
Chegados ao Baleal, a malta já á espera foi só duas larachas, uns cumprimentos e zarpar.
Pico da Mota e lá está a máquina do amigo Canudo, estacionada, mais uns cumprimentos e a paresentação do spot por parte do Canudo, que já estava a pescar, o mar estava um pouco alto mas dava para manter as pescas, la se espalhamos pela praia e iscas á água, estávamos todos a pescar começa o pior, o limo começa a agarrar-se ás linhas e iscadas, a malta começa a observar que a pesca está de algum modo impraticavel neste spot.
Conversa prá"qui, conversa prá"li, e, vamos mudar, para onde, vamos aos Super Tubos, o mar é mais baixo e pode ser que não tenha limo, o Canudo liga ao Tiago Pacheco, e, ele vai até lá, nós vá de desmanchar o material e arrancar, não sem antes cair um borriço para asentar o pó
Super Tubos, mar em óptimo estado, só restava saber se tinha limo, já lá estava o Tiago e mais uns companheiros, novamente o material ás costas e vá de espalhar pela praia, cada um escolhe o seu spot, e vamos a pescar, a coisa corria bem, tinha limo mas muito pouco a ondulação era baixa, só faltava mesmo era o peixe estar farto de água e querer vir para terra no nosso anzol
Perto do fim da tarde dois aguaceiros bem chatos,( e eu debaixo do meu "cortiço"), mas a coisa compõs-se e até que ficou uma noite bem agradável, mas se o tempo era bom já o peixe teimava em não sair.
Volvidas umas horas lá saiem uns sarguitos, embora com medida eram bem pequenos, o Trindade tira dois robalotes, mais tarde o Canudo tira também um robalote e um sargo, alguém já tinha um samirro
Eu tirei dois sargos minis, um deles foi engordar e depois o David ainda me deu um também, que tinha apanhado mas não queria levar por ser só um.
Coclusão, a isca era ratada e por veses até vinha tudo limpo porque o peixe era miúdo, ainda uns estralhos cortados rente ao anzol, talvez as santolas porque a linha vinha toda triturada na ponta, mas toques a sério não se viu.
Meia noite e tal saco do termo bem cheio de cafézinho quente, copos, colheres e açúcar e vá de ir ter com a malta para aquecer as entranhas, o amigo Canudo apresenta um belo bolo de iogurte, já ás fatias, foi o momento da noite.
Nem falei da janta porque a dôr de dentes me lixou, mas ainda provei uma tira queijinho alentejano que o Trindade levou, bem, e bebi uma mini.
Três e tal da manhã arrumo o material mais o David e fui despedir-me do Canudo que era o último resistente, já que ´Zé "Rider" tinha saído mais o companheiro de viagem, o Ricardo também ía embora e, lá deixámos o Canudo que queria fazer a cheia ás 4 e tal.
Agora só falta saber se o Canudo sacou aquele peixe que vai ficar na história desta pescaria.
Quem tiver fotos deve colocar, eu não tenho porque os sargos não cabiam na lente da máquina fotográfica
Bela tarde/noite de convívio, de pesca e de partilha entre amigos do vício
PS: Já esquecia, quero dar os parabéns ao Canudo pela isca que ele próprio capturou e da qual me deu uns bibões como eu nunca tinha visto, que belos iscos que ele apanhou e com variedade, pois tinha também uns lingueirões espectaculares além de teagem e outras iguarias para os nossos amigos escamudos, assim eles tivessem colaborado.
Este é o meu relato e a minha visão da coisa, outro interveniente que queira deve e pode colocar o seu.
Um Abraço a todos e que tenham feito boa viagem de regresso a casa.
