O Jorge ( que faça boa viagem de regresso á Suiça, uma vez que "abalou" hoje), veio dormir a minha casa para elaborar as montagens e não adormecer ..
4h da manhã, o António chega ao ponto de encontro, carrega-se o carro e rumamos a Aveiro, com a paragem obrigatória para o cafézinho da praxe.
Chegada á marina, toda a armada (eu, o Ricardo- jokker pesca, o António, o Sano, o Jorge e o debutante Zé) presente á hora marcada e deu-se inicio á viagem. Rumamos para a galega, um pouco por fora, a sonda apresentava sinais promessores e fundeamos.
Iniciada a acção de pesca, veio-se a constactar que o peixe se encontrava muito pouco activo, provavelmente devido aos 15 graus de temperatura que a água apresentava, sendo as capturas de fanecas frequentes e pouco mais peixe...
O meu amigo Sano de repente sente a cana pesada, mas sem puchões... um polvo, pensei eu... para espanto geral, aparece um peixe galo á superfície, espanto, eu nunca tinha visto um peixe daqueles ao vivo....embora pequeno, era belíssimo.
Continuamos, entre algumas capturas de "escama" lá ferro uma choupinha quileira... o primeiro para o forno.
Mudamos de pesqueiros algumas vezes mais ao longo da manhã, mas era sempre mais do mesmo, sonda a acusar peixe, mas com pouca actividade, capturas díficeis, só mesmo provocando as investidas é que se conseguia umas ferragens de outra forma... chapéu.
Mudamos de zona, atravessamos a galega e iemos mais para terra, as capturas melhoraram substancialmente, as fanecas transformaram-se por completo eram xxxl, algumas com mais de kilo, capturaram-se mais alguns sargos, lá "embrulhei mais 2 para o forno, e mais umas choupas.
O meu stok de polvo andava por baixo, para a minha felicidade lá se cola um com 2 kg ao ultimo anzol... já tenho o arroz garantido
O mestre conseguiu um safio com 6 kg, retirado sem bicheiro, com o ganhuço extremamente bem trabalhado...
Pronto... mada esecial a nível de peixe, um mar calmo, mas que fez bastantes estragos na armada, com 3 engodadores que primaram pela quantidade e qualidade do engodo
Mais uma vez um abraço ao Mestre Luís, do sol nascente, incansavel na tarefa de dar com o peixe, não se poupando a esforços quer na procura, quer na recolocação do barco, com várias tentativas a fundear de forma que o barco ficasse no local mais querencioso.
as fotos são da autoria do Ricardo
