Pois esta febre que me foi passada por dois amigos conta com apenas 1mês e pouco…Neste curto espaço de tempo foi sempre a absorver informação, ou pelos meus mestres (que me enganaram bem:)), ou por outros pescadores, pela internet, revistas, livros… No primeiro mês estive a tirar a pós graduação em Grades e desperdício de material … ai tantas e boas:) Sim não foi só deixar chumbadas e anzóis…também tive a lavar a cana e carreto no mar (toino que nem a cana sabes enterrar

)


Até que de tanta tentativa e erro lá começaram a sair alguns resultados. Fraquitos mas chegaram para avivar ainda mais esta febre. E não é que depois de estar sempre a pescar ao fundo (ou pelas praias e paredões de Espinho, ou por S.Jacinto) dão-me uma cana de bóia pra mão e tiro logo o meu 1.º peixito!?! Pois é, uma Boga, rsrsss que ficou prás Gaivotas e “coelhos” que andam pelo molhe Norte comerem (ao tirar o anzol matei-a)…mas que alegria cá dentro
Lá fui continuando, as minhas experiências, melhorando/alterando iscos, escolhendo as melhores alturas pra ir a pesca e o resultado da pesca ao fundo apareceu finalmente.
O meu 1.º Peixe ao fundo, tirado no paredão sul de Espinho, enquanto os profissionais da arte xávega estavam a pescar à bóia. Caso pra dizer isto da pesca não é em nada uma ciência. Persistência aliada a sorte saiu uma Baila com uns 30cms. Falo em sorte porque deixei lá outra nas rochas.
A partir deste momento, fui 3 vezes para o molhe norte em S. Jacinto passar a noite:D Experiências excepcionais, onde a aprendizagem, camaradagem, o peixe, e muita sorte (ou não…diz o telm de um amigo indignado

) estiveram em sintonia. Mas isso já é tema para os próximos posts.
Aquele abraço,
Daniel