Robalos do sudoeste
Enviado: terça set 14, 2010 9:20 pm
Boa noite,
Coloquei este post apenas para relatar a minha aventura de hoje, aqui nesta bela vila à beira mar plantada que é Vila Nova de Milfontes, foi apeada pois não tinha tempo de pegar no kayak e remar para o local "certo" antes de a maré estar no ponto.
Sabendo eu de antemão, pelas previsões da maré, que esta não era a mais favorável, resolvi sair a correr do trabalho e ir spinnar um bocado. Coisa que não foi fácil, pois á última da hora apareceu uma reunião daquelas marcada por mail, sem mais quê, então, à pressa resolvi as coisas e saí mesmo em cima da hora "certa", a hora marcada para os robalos estarem no "meu pesqueiro" ( ).
Quando lá cheguei, até fiquei atrapalhado, o movimento das gaivotas a picar sobre o espelho de água era imenso, havia 2 ou 3 especies de gaivotas num frenesim inconfundivel de que havia predadores a alimentarem-se por baixo.
Resolvi experimentar uma cana que me foi emprestada para substituir uma awa shima que tinha o porta carretes estragado, apenas para a testar e se depois me agradasse ate era capaz de ficar com ela, comecei por montar a cana, coloquei o carrete, passei o fio nos passadores e quando estou a puxar pelo multi para ter alguma folga para dar o nó no alfinete, oiço um som que infelizmente é familiar, um caracteristico som de uma ponteira de uma cana de carbono a partir. Fiquei atrapalhado e LIXADO, eu a ver os robalos a "bater" na comédia e eu com uma cana partida nas mãos!!!!!! .
como a cana era a estrear, não levei a minha outra cana de spinning e num acesso de sorte (sorte essa confirmada depois) resolvi subir de novo até ao local onde tinha o carro e ir a casa buscar a minha shimano Antares a correr (ou pelo menos com o pé no fundo do pedal do acelerador). Quando regressei ao pesqueiro vi que as gaivotas continuavam lá, fiquei mais descansado mas não completamente. Após preparar tudo, fiz o primeiro lançamento na direcção da corrente e assim que a amostra bateu na água, comecei a ver numa baía uns 50 m acima da posição onde eu estava, o sinal de que os robalos estavam a alimentar-se, recolhi a amostra a toda a velocidade e lancei para perto do sítio onde o biqueirão tentava escapar do ataque vindo debaixo, a amostra bateu na água, fiz 2 ou 3 animações na gunfish e ZASSSSS, já está um ferrado, pela luta e força vi que não era grande e após o ter em seco confirmei e devolvi-o à agua com o mínimo de danos possíveis. Lancei de novo para o mesmo local e dessa vez nem 2 animações fiz, foi quase como se o robalo estivesse com a boca aberta à espera que a amostra lá caísse, ZASSS e outro ferrado e desta vez um pouco maior e com um tamanho já dentro do legal e saco com ele.
No final da pescaria que durou uma meia hora ou 45 min tinha tirado uns 12 ou 13 robalos dos quais 4 ou 5 foram devolvido ao seu meio sem danos de maior (pelo menos é o que espero, eu é que não queria que me acontecesse o mesmo ).
para a posteridade ficam as fotos dos labrax in loco pois depois delas foram amanhados e escamados à beira de água, para serem comidos umas horas depois(um tempo antes da escrita deste relato) com amigos e familiares.
material utilizado:
Cana: Shimano antares 300bx
Fio: Multifilamento 0,15mm suffix
Carrete: shimano saragosa 4000
Amostra: lucky craft gunfish 115 metallic sardine
Um abraço
Coloquei este post apenas para relatar a minha aventura de hoje, aqui nesta bela vila à beira mar plantada que é Vila Nova de Milfontes, foi apeada pois não tinha tempo de pegar no kayak e remar para o local "certo" antes de a maré estar no ponto.
Sabendo eu de antemão, pelas previsões da maré, que esta não era a mais favorável, resolvi sair a correr do trabalho e ir spinnar um bocado. Coisa que não foi fácil, pois á última da hora apareceu uma reunião daquelas marcada por mail, sem mais quê, então, à pressa resolvi as coisas e saí mesmo em cima da hora "certa", a hora marcada para os robalos estarem no "meu pesqueiro" ( ).
Quando lá cheguei, até fiquei atrapalhado, o movimento das gaivotas a picar sobre o espelho de água era imenso, havia 2 ou 3 especies de gaivotas num frenesim inconfundivel de que havia predadores a alimentarem-se por baixo.
Resolvi experimentar uma cana que me foi emprestada para substituir uma awa shima que tinha o porta carretes estragado, apenas para a testar e se depois me agradasse ate era capaz de ficar com ela, comecei por montar a cana, coloquei o carrete, passei o fio nos passadores e quando estou a puxar pelo multi para ter alguma folga para dar o nó no alfinete, oiço um som que infelizmente é familiar, um caracteristico som de uma ponteira de uma cana de carbono a partir. Fiquei atrapalhado e LIXADO, eu a ver os robalos a "bater" na comédia e eu com uma cana partida nas mãos!!!!!! .
como a cana era a estrear, não levei a minha outra cana de spinning e num acesso de sorte (sorte essa confirmada depois) resolvi subir de novo até ao local onde tinha o carro e ir a casa buscar a minha shimano Antares a correr (ou pelo menos com o pé no fundo do pedal do acelerador). Quando regressei ao pesqueiro vi que as gaivotas continuavam lá, fiquei mais descansado mas não completamente. Após preparar tudo, fiz o primeiro lançamento na direcção da corrente e assim que a amostra bateu na água, comecei a ver numa baía uns 50 m acima da posição onde eu estava, o sinal de que os robalos estavam a alimentar-se, recolhi a amostra a toda a velocidade e lancei para perto do sítio onde o biqueirão tentava escapar do ataque vindo debaixo, a amostra bateu na água, fiz 2 ou 3 animações na gunfish e ZASSSSS, já está um ferrado, pela luta e força vi que não era grande e após o ter em seco confirmei e devolvi-o à agua com o mínimo de danos possíveis. Lancei de novo para o mesmo local e dessa vez nem 2 animações fiz, foi quase como se o robalo estivesse com a boca aberta à espera que a amostra lá caísse, ZASSS e outro ferrado e desta vez um pouco maior e com um tamanho já dentro do legal e saco com ele.
No final da pescaria que durou uma meia hora ou 45 min tinha tirado uns 12 ou 13 robalos dos quais 4 ou 5 foram devolvido ao seu meio sem danos de maior (pelo menos é o que espero, eu é que não queria que me acontecesse o mesmo ).
para a posteridade ficam as fotos dos labrax in loco pois depois delas foram amanhados e escamados à beira de água, para serem comidos umas horas depois(um tempo antes da escrita deste relato) com amigos e familiares.
material utilizado:
Cana: Shimano antares 300bx
Fio: Multifilamento 0,15mm suffix
Carrete: shimano saragosa 4000
Amostra: lucky craft gunfish 115 metallic sardine
Um abraço