O baile das Bailas
Enviado: terça jun 30, 2009 10:40 pm
O Baile das Bailas
Ora já todos leram os varios textos que o Mestre Frias vai expondo sobre as suas venturas e desventuras com as Bailas (sendo que esta ultima é a que menos se vê
). Assim sendo vou contar mais uma das suas desventuras com as Bailas.
Todo começou com uma troca de provocaçoes sobre pesca
, ao que se pode resumir num convite para vir as Bailas se fosse Homem
, Bem dito bem feito, aceito já o convite (eu bem avisei que de terra sou pró na grade).
Todo combinado para o dia que por acaso calhou ser o dia do solesticio do sol (entrada do verao), Mestre Frias ainda aproveitou o dia para sardinha abordo de uma embarcaçao ali pros lados de Setubal, e claro que no caminho para terra bateu a sua soneca retemperadora.
Chegados as Bicas, desculpa-se do atraso mas o barco veio muito tarde para terra, la entramos e começamos a arranjar as coisas para mais uma noite de pesca que se previa produtiva quer estado do mar quer pelo calor que se fazia sentir.
Todo preparado uma unica observaçao antes de partirmos:
-estas preparado para andar,Pisso ??, pergunta o Mestre Frias
-sim, respondi eu
-Olha que ainda sao uns Kilometros , começando a andar em direçao a praia
Bem nunca tinha feito tantos kilometros pela praia, e para “piorar “ levando as coisas as costas e na mao. Mas nada que não se fizesse , uma vez chegados ao sitio um descanso merecido enquanto começa a analise do pesqueiro e do mar em si.
Eu tirei a t-shirt que estava encharcada (esqueçam as corridas, e aulas de fitness
) vesti uma sweet e toca preparar as coisas canas, montagens, carretos, iscos, preparaçao do local aonde vao ficar os baldes, mochilas,sacos, porque depois de noite feita o mar já não avisa de uma onda ou outra mais forte na enchente.
O Mestre Frias la prepara a 1ª cana para começar a sondar, enquanto que eu vou assintindo aos ensinamentos na preparaçao das seguintes canas, com a noite já a vencer a claridade do astro rei que se sumia lá ao longe na linha de agua. Chega o Mestre Joao Vieira companheiro do Mestre Frias nestas e noutras andanças naquelas praias, ficou uns metros antes de nós e começou o seu ritual de pesca que eu já tinha assistido anteriormente, canas prontos e ai vai disso, para dentro de agua a procura delas.
Entretanto bebe-se uma cervejinha para repor as energias gastas
e esperamos que elas deem sinal de si, entretanto mais um pescador passa por nós ficando uns metros a nossa frente, ( o que vale é que até a Lagoa há espaço mais que sufeciente para o pessoal se estender pela praia fora) entretando olhos mais experientes lá vao detectando mais movimentos de pescadores ao longo da praia eu só afim de algum tempo começei me a aperceber de tais moviementos pela praia fora.
As horas iam passando e as famosas entradas das nossas amigas não se faziam sentir,
pese embora fossemos trocando as iscadas, a distancia de lançamento e o local de lançamento.
Entretanto o Joao Vieira faz das suas e la puxa uma Baila afinal apos uma pequena caminha constato que não era a primeira mas sim a 2 ª (leitarosos
dizem alguns) entretanto o Frias ia lutando para as encontrar e contra a sonelencia que se abatia sobre ele.
Apos alguns minutos de luta com essa sonelencia ele decide ir meditar sobre o assunto e diz me para ir dando um olho nas canas e nos iscos enquanto ele meditava
, algo que fiz mas se os mestre andavam com dificuldades em dar com elas, eu muito mais, embora elas andassem por la pois as famosas faziam se sentir mas nunca o sufeciente para ferrar.
Apos uma meditaçao e troca de impressoes com o seu Guru Joao Vieira o mestre Frias e eu la nos movimentamos para um pouco mais abaixo do Joao Vieira esperando agora dar com elas pois o Joao já ia com umas 5 embora reconhecesse que elas estavam particularmente dificeis de ferrar.
O Mestre Frias volta a preparar todo, lançar , iscar, em busca delas mas os toques não eram o sufeciente para ferrar, as malvadas estavam a dar um baile e nós a ver.
Eis que no meio da noite vejo o Joao a correr em direçao a agua e a gritar :
-não te vas embora sua ….
-deixa essa …... disse o Frias
Enquanto isso, eu aproximo me e o Joao Vieira trás um belo exemplar de uma ….. Tainha
(e por acaso bem boa, uma vez que ali não esgotos nem marina para elas andarem a comer procarias), não era o que pretendiamos mas sempre serviu para animar a noite, entretanto sai uns safios sem tamanho para as iscadas quanto mais para servir de petisco, devolvidos ao meio ambiente natural com algumas cicratizes futuras.
O Joao entretanto e após a captura de 7 achou que ficava por ali e fez se ao caminho no escuro da noite pesado mas contente. Deixando a indicaçao que com o amanhecer elas podessem aparecer.
E lá foi decorrendo a noite até ao nascer do dia, já nós pensavamos em fazermos nos ao caminho com uma grade de todo o tamanho, mas não convencidos, lá fomos fazendo mais alguns lançamentos mas sem que a sorte nos bafejasse.
Decidos a fazermos nos ao caminho dirijimos nos as canas que continuaram a noite toda com aqueles toques caracteristico, mas fracos demais.
Eis que quase simultaneamente mais uns toques mas desta vez um pouco mais forte, e eu decidido puxo a linha e nada só o peso da rebentaçao, toca a recolher a linha enquanto o Frias corria para uma pancada mais vigorosa numa outra cana mais a frente, já so com a chumabda a ser rebocada noto que vinha mais qualquer coisa na linha, um puxar mais rapido para fugir um pouco há ondulaçao e eis que deparo com a minha 1ª Baila (pequena é verdade, mas muito trabalhada), e mostro ao Mestre Frias :
-Tas a ver ainda apanho uma antes de ti, digo eu
-Pera ai que já te dou troco, enquanto puxava a 2ª baila que nos tocou nessa pescaria
Voltamos a tentar com uma comvicçao reforçada, mas não era a nossa noite.
Fizemos nos ao caminho pois ainda era longe do destino final. Conversamos sobre o que tinha acontecido e o que podia estar mal ou termos feito de mal.
Eu ainda argumentei isso é por eu estar presente já lhe tinha dito que sou um pró na grade em terra:
- grade o tanas diz o Frias, estreaste ou não !!! Foi pequena é pena.
Bem chegados ao sitio combinamos as coisa para uma caldeira que entre tanto tinha sido oferecida, e la fomos nós para um sono retemperador.
Concluindo que o peixe nem sempre é facil, que temos de procurar e insistir, que o pescar de noite requer alguns cuidados e habituaçao, e que acima de tudo pescar com estas 2 personagens é acima de tudo uma noite de risota em bem disposta, se o peixe aparecer tanto melhor.
Só por mera curiusidade o Mestre Frias já la voltou a elas
ainda penou para apanhar algumas ainda trouxe 6, o que quer dizer que há esperança em mim de nao ter sido o causador da má noite de pesca.
eis algumas fotos
Ora já todos leram os varios textos que o Mestre Frias vai expondo sobre as suas venturas e desventuras com as Bailas (sendo que esta ultima é a que menos se vê
Todo começou com uma troca de provocaçoes sobre pesca
Chegados as Bicas, desculpa-se do atraso mas o barco veio muito tarde para terra, la entramos e começamos a arranjar as coisas para mais uma noite de pesca que se previa produtiva quer estado do mar quer pelo calor que se fazia sentir.
Todo preparado uma unica observaçao antes de partirmos:
-estas preparado para andar,Pisso ??, pergunta o Mestre Frias
-sim, respondi eu
-Olha que ainda sao uns Kilometros , começando a andar em direçao a praia
Bem nunca tinha feito tantos kilometros pela praia, e para “piorar “ levando as coisas as costas e na mao. Mas nada que não se fizesse , uma vez chegados ao sitio um descanso merecido enquanto começa a analise do pesqueiro e do mar em si.
Eu tirei a t-shirt que estava encharcada (esqueçam as corridas, e aulas de fitness
O Mestre Frias la prepara a 1ª cana para começar a sondar, enquanto que eu vou assintindo aos ensinamentos na preparaçao das seguintes canas, com a noite já a vencer a claridade do astro rei que se sumia lá ao longe na linha de agua. Chega o Mestre Joao Vieira companheiro do Mestre Frias nestas e noutras andanças naquelas praias, ficou uns metros antes de nós e começou o seu ritual de pesca que eu já tinha assistido anteriormente, canas prontos e ai vai disso, para dentro de agua a procura delas.
Entretanto bebe-se uma cervejinha para repor as energias gastas
As horas iam passando e as famosas entradas das nossas amigas não se faziam sentir,
Entretanto o Joao Vieira faz das suas e la puxa uma Baila afinal apos uma pequena caminha constato que não era a primeira mas sim a 2 ª (leitarosos
Apos alguns minutos de luta com essa sonelencia ele decide ir meditar sobre o assunto e diz me para ir dando um olho nas canas e nos iscos enquanto ele meditava
Apos uma meditaçao e troca de impressoes com o seu Guru Joao Vieira o mestre Frias e eu la nos movimentamos para um pouco mais abaixo do Joao Vieira esperando agora dar com elas pois o Joao já ia com umas 5 embora reconhecesse que elas estavam particularmente dificeis de ferrar.
O Mestre Frias volta a preparar todo, lançar , iscar, em busca delas mas os toques não eram o sufeciente para ferrar, as malvadas estavam a dar um baile e nós a ver.
Eis que no meio da noite vejo o Joao a correr em direçao a agua e a gritar :
-não te vas embora sua ….
-deixa essa …... disse o Frias
Enquanto isso, eu aproximo me e o Joao Vieira trás um belo exemplar de uma ….. Tainha
O Joao entretanto e após a captura de 7 achou que ficava por ali e fez se ao caminho no escuro da noite pesado mas contente. Deixando a indicaçao que com o amanhecer elas podessem aparecer.
E lá foi decorrendo a noite até ao nascer do dia, já nós pensavamos em fazermos nos ao caminho com uma grade de todo o tamanho, mas não convencidos, lá fomos fazendo mais alguns lançamentos mas sem que a sorte nos bafejasse.
Decidos a fazermos nos ao caminho dirijimos nos as canas que continuaram a noite toda com aqueles toques caracteristico, mas fracos demais.
Eis que quase simultaneamente mais uns toques mas desta vez um pouco mais forte, e eu decidido puxo a linha e nada só o peso da rebentaçao, toca a recolher a linha enquanto o Frias corria para uma pancada mais vigorosa numa outra cana mais a frente, já so com a chumabda a ser rebocada noto que vinha mais qualquer coisa na linha, um puxar mais rapido para fugir um pouco há ondulaçao e eis que deparo com a minha 1ª Baila (pequena é verdade, mas muito trabalhada), e mostro ao Mestre Frias :
-Tas a ver ainda apanho uma antes de ti, digo eu
-Pera ai que já te dou troco, enquanto puxava a 2ª baila que nos tocou nessa pescaria
Voltamos a tentar com uma comvicçao reforçada, mas não era a nossa noite.
Fizemos nos ao caminho pois ainda era longe do destino final. Conversamos sobre o que tinha acontecido e o que podia estar mal ou termos feito de mal.
Eu ainda argumentei isso é por eu estar presente já lhe tinha dito que sou um pró na grade em terra:
- grade o tanas diz o Frias, estreaste ou não !!! Foi pequena é pena.
Bem chegados ao sitio combinamos as coisa para uma caldeira que entre tanto tinha sido oferecida, e la fomos nós para um sono retemperador.
Concluindo que o peixe nem sempre é facil, que temos de procurar e insistir, que o pescar de noite requer alguns cuidados e habituaçao, e que acima de tudo pescar com estas 2 personagens é acima de tudo uma noite de risota em bem disposta, se o peixe aparecer tanto melhor.
Só por mera curiusidade o Mestre Frias já la voltou a elas
eis algumas fotos