Com e como pesco
Enviado: sábado jun 13, 2009 8:04 pm
Boas pescarias.
Bom, mesmo acabando por me repetir, vou tentar descrever o método, a maneira, ou a técnica com que habitualmente, faço pesca apeada utilizando bóia fixa.
Começo pelas canas, carretos e fios, sendo a Pilado de 7 metros, da Barros, a que utilizo com maior frequência, dada a sua leveza, a qual tem aposto um carreto Stradic 4000 FB, da Shimano. Contudo também pesco com as Hulk, da Fly, de 6 e 7 metros, que tem respectivamente, apostos carretos Stradic 4000 FB e Stradic 4000 FA, ambos da Shimano.
O fio do carreto na Pilado é o 0,25 mm, fluorcarbono da Gorila, sendo os estralhos, de diâmetros inferiores, obviamente, também em fluorcarbono, sendo os mais utilizados o Seaguar, o Awa-Shima, o Berkley, etc.
Nos carretos das Hulk’s, tenho fio multifilamento da Berkley, o Whiplash de 0,10 mm e de 0,17 mm, os estralhos são em fluorcarbono com diâmetros que podem ir até ao 0,37 mm.
Já referi com o que pesco normalmente, agora vou passar a descrever como o faço sem antes dizer que se assemelha à pesca com o pião, utilizando na mesma pesca duas olivas.
Pelo que, antes da minha descrição, devo dizer que na pesca com pião, este já tem peso internamente a calibrá-lo, correndo o mesmo no fio do carreto, até à altura que queremos, onde colocamos um nó de correr, para fazer o travamento. O fio do carreto por intermédio dum destrocedor, liga ao estralho, correndo neste, uma oliva até ao anzol.
Agora vejamos, o meu método com uma bóia fixa, a qual vamos dar como exemplo a gramagem de 20 gramas, que já está colocado no fio do carreto e neste introduzo uma oliva de 10 gramas, um pedaço de silicone, para servir de batente e outro pedaço, também de silicone mais fino, para sobre este meter um chumbo cortado de 4,5 gramas, estando este junto ao destrocedor.
No destrocedor liga o fio do estralho, o qual terá um comprimento que poderá ir entre 1 e 1,5 metros, podendo ir até aos dois metros, em casos pontuais, por exemplo a altura em que se está a pescar, 5, 6 e 7 metros e os fundos rochosos.
No estralho coloca-se uma oliva de 3 ou 5 gramas, dependendo do estado do mar, pouco ou muito agitado, a qual corre até ao anzol.
Ora bem, a nossa sensibilidade passa a ser maior, pois o peixe quando está a morder o isco nota-se mais facilmente, porque na realidade ele só puxa 4,5 gramas, mais coisa menos coisa, dado que o restante corre nos fios.
Falta apenas referir que o isco e anzóis dependem da pesca que vamos fazer, mas utilizo, minhoca do lodo, minhocão, (ou tiagem), bicha, coreana, caranguejo de dois cascos e navalha, (ou canivete).
Acrescento, que não me queixo dos resultados e tanto apanho sargos, como robalos, cavalas e até carapaus, além doutros peixes que para aqui não interessam, como bogas e salemas.
Façam a experiência e depois digam algo.
Boa continuação.
Braga.
Bom, mesmo acabando por me repetir, vou tentar descrever o método, a maneira, ou a técnica com que habitualmente, faço pesca apeada utilizando bóia fixa.
Começo pelas canas, carretos e fios, sendo a Pilado de 7 metros, da Barros, a que utilizo com maior frequência, dada a sua leveza, a qual tem aposto um carreto Stradic 4000 FB, da Shimano. Contudo também pesco com as Hulk, da Fly, de 6 e 7 metros, que tem respectivamente, apostos carretos Stradic 4000 FB e Stradic 4000 FA, ambos da Shimano.
O fio do carreto na Pilado é o 0,25 mm, fluorcarbono da Gorila, sendo os estralhos, de diâmetros inferiores, obviamente, também em fluorcarbono, sendo os mais utilizados o Seaguar, o Awa-Shima, o Berkley, etc.
Nos carretos das Hulk’s, tenho fio multifilamento da Berkley, o Whiplash de 0,10 mm e de 0,17 mm, os estralhos são em fluorcarbono com diâmetros que podem ir até ao 0,37 mm.
Já referi com o que pesco normalmente, agora vou passar a descrever como o faço sem antes dizer que se assemelha à pesca com o pião, utilizando na mesma pesca duas olivas.
Pelo que, antes da minha descrição, devo dizer que na pesca com pião, este já tem peso internamente a calibrá-lo, correndo o mesmo no fio do carreto, até à altura que queremos, onde colocamos um nó de correr, para fazer o travamento. O fio do carreto por intermédio dum destrocedor, liga ao estralho, correndo neste, uma oliva até ao anzol.
Agora vejamos, o meu método com uma bóia fixa, a qual vamos dar como exemplo a gramagem de 20 gramas, que já está colocado no fio do carreto e neste introduzo uma oliva de 10 gramas, um pedaço de silicone, para servir de batente e outro pedaço, também de silicone mais fino, para sobre este meter um chumbo cortado de 4,5 gramas, estando este junto ao destrocedor.
No destrocedor liga o fio do estralho, o qual terá um comprimento que poderá ir entre 1 e 1,5 metros, podendo ir até aos dois metros, em casos pontuais, por exemplo a altura em que se está a pescar, 5, 6 e 7 metros e os fundos rochosos.
No estralho coloca-se uma oliva de 3 ou 5 gramas, dependendo do estado do mar, pouco ou muito agitado, a qual corre até ao anzol.
Ora bem, a nossa sensibilidade passa a ser maior, pois o peixe quando está a morder o isco nota-se mais facilmente, porque na realidade ele só puxa 4,5 gramas, mais coisa menos coisa, dado que o restante corre nos fios.
Falta apenas referir que o isco e anzóis dependem da pesca que vamos fazer, mas utilizo, minhoca do lodo, minhocão, (ou tiagem), bicha, coreana, caranguejo de dois cascos e navalha, (ou canivete).
Acrescento, que não me queixo dos resultados e tanto apanho sargos, como robalos, cavalas e até carapaus, além doutros peixes que para aqui não interessam, como bogas e salemas.
Façam a experiência e depois digam algo.
Boa continuação.
Braga.