Pesca de barco em Viana - A minha primeira vez
Enviado: sábado ago 09, 2008 2:27 pm
Bem pessoal, não foi nada fácil.
Equipa: Rufino, eu, o Paulo (amigo comum e como eu, iniciante), o Sr Manuel (um Senhor de idade que se fartou de tirar peixe) e o Mestre Américo, dono do barco.
A viagem para o pesqueiro, até que não correu mal. Convenci-me que não ia haver problemas em enjoar. Ia brincando com o Paulo que cada vez estava mais branco. Quando chegamos e paramos o barco ao fim de 1 minuto começou o calvário: fui o primeiro a engodar.
A partir daí, sempre que recolhia a linha e metia o isco nos anzóis, pimba, aí vai engodo.
Isto durou até mais ou menos às 15 horas. Depois das 15, até quase que esquecia o que tinha passado.
No entanto, lá ia tirando uns peixitos (fanecas, carapaus, besugos, choupas, etc.). O Paulo, quase que não se viu. Sempre que saía da cabina do barco, onde se deitava ao comprido, tinha que regressar em passo de corrida. Portou-se bem pior do que eu.
O Rufino não deixou os créditos por mãos alheias. Fartou-se de apanhar muito e bom peixe. Depois desta experiência, estou desde já a contar com a próxima. Espero é descobrir a forma de ultrapassar o calvário dos enjoos.
Equipa: Rufino, eu, o Paulo (amigo comum e como eu, iniciante), o Sr Manuel (um Senhor de idade que se fartou de tirar peixe) e o Mestre Américo, dono do barco.
A viagem para o pesqueiro, até que não correu mal. Convenci-me que não ia haver problemas em enjoar. Ia brincando com o Paulo que cada vez estava mais branco. Quando chegamos e paramos o barco ao fim de 1 minuto começou o calvário: fui o primeiro a engodar.
A partir daí, sempre que recolhia a linha e metia o isco nos anzóis, pimba, aí vai engodo.
Isto durou até mais ou menos às 15 horas. Depois das 15, até quase que esquecia o que tinha passado.
No entanto, lá ia tirando uns peixitos (fanecas, carapaus, besugos, choupas, etc.). O Paulo, quase que não se viu. Sempre que saía da cabina do barco, onde se deitava ao comprido, tinha que regressar em passo de corrida. Portou-se bem pior do que eu.
O Rufino não deixou os créditos por mãos alheias. Fartou-se de apanhar muito e bom peixe. Depois desta experiência, estou desde já a contar com a próxima. Espero é descobrir a forma de ultrapassar o calvário dos enjoos.