relato... 4ª pescaria
Enviado: segunda abr 07, 2008 9:31 pm
boas... vamos cá, o prometido é devido...
4:45 da manhã, carreguei o seat ibiza fr com o meu material, e ansioso esperei pelo meu parceiro do dia, o António, que á hora combinada não falha ( meu grande parceiro de pescarias nas águas interiores), carregamos o material e... ala que se faz tarde!!
5:45 aterramos a viatura junto á pastelaria do costume, biquinha e pão quentinho para o lanche a bordo!!... chega a equipa do dia ( parceiros que desconhecia, mas que era boa rapaziada) cumprimenta-se o pessoal e um abraço ao Luís, parte-se para o barco!!
6:15 saimos da barra a caminho do mar, provavelmente o primeiro a fazer-se ao mar, mar espetacular ( propicio para 3 debutantes que se encontravam a bordo), sem vento e calmo, iriamos pescar para perto das 30 milhas, para os morraceiros, atrás dos sargos que pensamos que por lá andassem..
primeira paragens, acção de pesca, eu e o meu parceiro pescamos na proa, comecei bem.. uma boa choupa! O material de pesca que usei foi a minha profiler/banax gtw 4000, chicote com 9m de seaguar 0,405, a baixada apanhei uma do Luís, ainda não confiei nas minhas
o peixe não estava muito cooperante, umas choupas de onde a onde, com algumas de porte razoavel ( não para mim), umas fanequinhas, uns serrões e umas cavalas pequenas.
o António ( 2º vez que veio ao mar ) lá se entendeu com a coisa e ia ferrando uns e mais outros tb, o resto do pessoal também ia ferrando algumas de bom porte, ouvia um alvoroço no poço e lá vinha mais uma jeitosa....
Mais tarde, desapareceu o peixe, o sonar apontava para cardumes infindaveis de peixe a meia água e um pouco mais fundo também, presumi que fossem os carapaus e as cavalas, ao fundo, nem as fanecas pegavam.... que raio!!
O dia estava maravilhoso, sol.... calma e a brisa ligeira, ver os golfinhos a brincar, o cheiro do mar e aquela vastidão fazia-me esquecer a falta de "toques" dos peixes!
Por volta das 13horas mudamos de pesqueiro, rumamos mais para terra, procuramos mais um pesqueiro e lançamos ferro!
O peixe continuava sem dar mostras de si, numa das descidas, faço uma paragem a meia água ( para corrigir a trajectória do chumbo) e para meu espanto um toque violento... uma cavala, mas uma cavala a sério, nunca tinha visto nada assim ( também a minha experiencia é muito pouca ).. presumi que andassem as cavalas á meia água, contei os segundos da descida do chumbo, e na descida seguinte deixei ir até metade, oscilei a cana, nada..... mais 4 seg ( 331;332:333;334 a tactica da contagem de seg da tropa
) e pimba!!! Mais uma cavala, e assim entreti-me perante esta nova experiência.... um pouco mais baixo saiam uns carapaus jeitositos!!!
Voltei á acção de pesca propriamente dita, pois foi essa que me levou ao mar, uma prisão, soltou-se. O António deixu a montagem lá em baixo, emprestei-lhe uma das que tinha feito, madre 0,28 e 0,23 nos estralhos com anzois nº4
Para meu espanto, o António ferrou umas choupas e eu nada!! Ele estava a pescar muito mais fino que eu ... não sei se terá sido isso, ou mera coincidência, para a próxima vou tirar isso a limpo!!
Agora uma das histórias de pesca, que até parecem mentira ... levantou-se um vento terrivel de sudeste, o mar ficou cavado, pescar na proa tornou-se um sacrificio, mas como o Antonio lá ferrava uns de vez enquanto ( eu tambem, mas a um ritmo mais lento ) vesti o casaco e lá fiquei, o António vestiu a camisola, olhei para ele pouco tempo depois e vi-o a olhar para mim, disse-lhe :- não pescas pá?! a cana foi-se, diz-me ele - Foi-se como?? - toquei~lhe com o braço, e ela caiu ao mar!!!
Risadas, o Luís prontificou-se para lhe emprestar uma das dele, e estavam a montar o equipamento, o colega do lado grita: Ei apanhei um peixe e uma cana!!
Verdade, lá vinha a cana do meu amigo António. Lá ficou com a sua caninha ( fraquinha, mas minha diz ele)
Regressamos com o mar cavado, á chegada á Barra de Aveiro, a ria estava a vasar, com muita calma e graças aos motores Volvo de 225 Cavalos ( penso que é isso) do Barco do Luis lá se venceu aquela força da natureza que, sinceramente, me amedrontou um pouco, nunca imaginei que aquilo pudesse acontecer, realmente isto de ir ao mar tem muito que se diga!!!!
com meia dúzia de peixes e as fanecas lá regressei a casa.... mortinho que fosse sábado 12, pois é VOLTO AO MAR =D> =D> =D> =D> se este deixar, desta vez com montagens para estudar o seu comportamento e se deixar fugir aquele peixe porque a montagem é fina e partiu, paciência... se errar ao escolher a montagem .... paciência mas eu vou ao mar... ao mar eu vou eu vou....
4:45 da manhã, carreguei o seat ibiza fr com o meu material, e ansioso esperei pelo meu parceiro do dia, o António, que á hora combinada não falha ( meu grande parceiro de pescarias nas águas interiores), carregamos o material e... ala que se faz tarde!!
5:45 aterramos a viatura junto á pastelaria do costume, biquinha e pão quentinho para o lanche a bordo!!... chega a equipa do dia ( parceiros que desconhecia, mas que era boa rapaziada) cumprimenta-se o pessoal e um abraço ao Luís, parte-se para o barco!!
6:15 saimos da barra a caminho do mar, provavelmente o primeiro a fazer-se ao mar, mar espetacular ( propicio para 3 debutantes que se encontravam a bordo), sem vento e calmo, iriamos pescar para perto das 30 milhas, para os morraceiros, atrás dos sargos que pensamos que por lá andassem..
primeira paragens, acção de pesca, eu e o meu parceiro pescamos na proa, comecei bem.. uma boa choupa! O material de pesca que usei foi a minha profiler/banax gtw 4000, chicote com 9m de seaguar 0,405, a baixada apanhei uma do Luís, ainda não confiei nas minhas
o peixe não estava muito cooperante, umas choupas de onde a onde, com algumas de porte razoavel ( não para mim), umas fanequinhas, uns serrões e umas cavalas pequenas.
o António ( 2º vez que veio ao mar ) lá se entendeu com a coisa e ia ferrando uns e mais outros tb, o resto do pessoal também ia ferrando algumas de bom porte, ouvia um alvoroço no poço e lá vinha mais uma jeitosa....
Mais tarde, desapareceu o peixe, o sonar apontava para cardumes infindaveis de peixe a meia água e um pouco mais fundo também, presumi que fossem os carapaus e as cavalas, ao fundo, nem as fanecas pegavam.... que raio!!
O dia estava maravilhoso, sol.... calma e a brisa ligeira, ver os golfinhos a brincar, o cheiro do mar e aquela vastidão fazia-me esquecer a falta de "toques" dos peixes!
Por volta das 13horas mudamos de pesqueiro, rumamos mais para terra, procuramos mais um pesqueiro e lançamos ferro!
O peixe continuava sem dar mostras de si, numa das descidas, faço uma paragem a meia água ( para corrigir a trajectória do chumbo) e para meu espanto um toque violento... uma cavala, mas uma cavala a sério, nunca tinha visto nada assim ( também a minha experiencia é muito pouca ).. presumi que andassem as cavalas á meia água, contei os segundos da descida do chumbo, e na descida seguinte deixei ir até metade, oscilei a cana, nada..... mais 4 seg ( 331;332:333;334 a tactica da contagem de seg da tropa
Voltei á acção de pesca propriamente dita, pois foi essa que me levou ao mar, uma prisão, soltou-se. O António deixu a montagem lá em baixo, emprestei-lhe uma das que tinha feito, madre 0,28 e 0,23 nos estralhos com anzois nº4
Para meu espanto, o António ferrou umas choupas e eu nada!! Ele estava a pescar muito mais fino que eu ... não sei se terá sido isso, ou mera coincidência, para a próxima vou tirar isso a limpo!!
Agora uma das histórias de pesca, que até parecem mentira ... levantou-se um vento terrivel de sudeste, o mar ficou cavado, pescar na proa tornou-se um sacrificio, mas como o Antonio lá ferrava uns de vez enquanto ( eu tambem, mas a um ritmo mais lento ) vesti o casaco e lá fiquei, o António vestiu a camisola, olhei para ele pouco tempo depois e vi-o a olhar para mim, disse-lhe :- não pescas pá?! a cana foi-se, diz-me ele - Foi-se como?? - toquei~lhe com o braço, e ela caiu ao mar!!!
Risadas, o Luís prontificou-se para lhe emprestar uma das dele, e estavam a montar o equipamento, o colega do lado grita: Ei apanhei um peixe e uma cana!!
Verdade, lá vinha a cana do meu amigo António. Lá ficou com a sua caninha ( fraquinha, mas minha diz ele)
Regressamos com o mar cavado, á chegada á Barra de Aveiro, a ria estava a vasar, com muita calma e graças aos motores Volvo de 225 Cavalos ( penso que é isso) do Barco do Luis lá se venceu aquela força da natureza que, sinceramente, me amedrontou um pouco, nunca imaginei que aquilo pudesse acontecer, realmente isto de ir ao mar tem muito que se diga!!!!
com meia dúzia de peixes e as fanecas lá regressei a casa.... mortinho que fosse sábado 12, pois é VOLTO AO MAR =D> =D> =D> =D> se este deixar, desta vez com montagens para estudar o seu comportamento e se deixar fugir aquele peixe porque a montagem é fina e partiu, paciência... se errar ao escolher a montagem .... paciência mas eu vou ao mar... ao mar eu vou eu vou....