Pesca e caldeirada - 10.Fev.2008
Enviado: quarta fev 13, 2008 5:00 pm
Ora então, pracase lá fomos 4 maganos ao mar neste Domingo, a bordo da nau Mega Pai. Sob o comando do mestre Ricardo (rjsilvério), segui eu, o contramestre Raúl e o "oficial de cozinha" Faustino.
Madrugada fria e cortante, vento da terra em contraponto com o mar, fazendo-o espirrar por cima das amuras e bentando-nos a todos, que corajosamente limpávamos as faces coradas pelo frio e pela borriça ao mesmo tempo que esfregávamos as mãos tentando manter os dedos acordados. Chegados à primeira marca, qual autómatos, em silêncio montámos as artes e dedicámos a atenção ao que ali nos tinha levado: a pesca! Benzi-me e pesca para baixo. O vento e o mar trapalhão não nos queriam deixar sentir com acuidade o sinal esperado, o peixe na outra ponta da linha. Malfadados esforços, os níveis de atenção estavam elevados e não tardou muito estava cá em cima o primeiro de muitos e bons Besugos. O peixe, apesar de não estar muito franco e generoso a comer (aumentando o desafio), ía aparecendo em bom tamanho, o que nos levou a subir o patamar (ainda mais) dos tamanhos mínimos. Em boa hora foi tomada essa decisão, pois assim trouxemos uma safra de bom calibre.
A meio da manhã, os arremessos gasosos do deuses celestes cessaram e o Sol pôde então actuar em todo o seu esplendor, brindando-nos com maravilhosas horas de comunhão com os elementos e convívio entre 4 camaradas.
Após o regresso à mãe terra, destinou-se a feitura de ceia (caldeirada) com algum do espólio conquistado ao mar. A tarefa ficou consignada ao camarada Faustino, para quem a confecção do prato escolhido não tem segredos. Assim foi conseguido um prolongamento ao excelente dia passado no mar.
Um bem haja a todos e obrigado por este excelente dia.
p.s. De entre várias estreias, de salientar o mestre Ricardo bafejado com uma Dourada. =D>
Madrugada fria e cortante, vento da terra em contraponto com o mar, fazendo-o espirrar por cima das amuras e bentando-nos a todos, que corajosamente limpávamos as faces coradas pelo frio e pela borriça ao mesmo tempo que esfregávamos as mãos tentando manter os dedos acordados. Chegados à primeira marca, qual autómatos, em silêncio montámos as artes e dedicámos a atenção ao que ali nos tinha levado: a pesca! Benzi-me e pesca para baixo. O vento e o mar trapalhão não nos queriam deixar sentir com acuidade o sinal esperado, o peixe na outra ponta da linha. Malfadados esforços, os níveis de atenção estavam elevados e não tardou muito estava cá em cima o primeiro de muitos e bons Besugos. O peixe, apesar de não estar muito franco e generoso a comer (aumentando o desafio), ía aparecendo em bom tamanho, o que nos levou a subir o patamar (ainda mais) dos tamanhos mínimos. Em boa hora foi tomada essa decisão, pois assim trouxemos uma safra de bom calibre.
A meio da manhã, os arremessos gasosos do deuses celestes cessaram e o Sol pôde então actuar em todo o seu esplendor, brindando-nos com maravilhosas horas de comunhão com os elementos e convívio entre 4 camaradas.
Após o regresso à mãe terra, destinou-se a feitura de ceia (caldeirada) com algum do espólio conquistado ao mar. A tarefa ficou consignada ao camarada Faustino, para quem a confecção do prato escolhido não tem segredos. Assim foi conseguido um prolongamento ao excelente dia passado no mar.
Um bem haja a todos e obrigado por este excelente dia.
p.s. De entre várias estreias, de salientar o mestre Ricardo bafejado com uma Dourada. =D>