Pescaria ás Douradas 08/12/07 Setúbal
Enviado: segunda dez 10, 2007 12:26 am
Ora bem ao fim de 7 anos ia voltar a pescar de barco, ao ultima vez havia sido em Peniche. Despertador para as 03h30 da manha, pois o ponto de encontro era ás 04h na Moita. Tudo preparado de vespera foi so o despertador dar o primeiro toque e já eu estava cheio de ramelas a por a bucha no saco. O ponto de encontro na Moita trouxe-me de volta a memória a razão que me faz amar este desporto para alem do prazer de pescar o convivio, histórias de pescarias antigas anedotas e carregar as grades de minis
. Partimos de Setubal ás 05h15 com a voz de comando do mestre Marinho(bastante conhecedor do oficio e um verdadeiro professor com muita paciencia e boa onda), frio de rachar mas quem corre por gosto não cansa. Começamos a armar as canas e foram sorteados os lugares 13 ao todo, mas eu e mais 3 amigos meus não entramos no sorteio pois escolhemos os lugares da batalha os unicos que não são sentados na proa do barco, pq dos fracos não reza a história portanto passamos o dia de pé a ser sacudidos pelo barco.
Chegados ao pesqueiro ás 06h50 começamos de imediato a pescar armados de caranguejo e bomboca, comecaram a sair umas choupas de bom tamanho algumas safias, cavalas, carapaus...douradas nem ve-las, mas lá continuamos, entretanto o mestre marinho foi dormir pois este era o nono dia seguido que saia para o mar. FOi então que tiraram a primeira dourada o aqui animou rapaziada e foi o despertador do mestre marinho que de imediato armou a cana e começou a pescar também ao meu lado, foi ai que ele em meia hora tirou 6 douradas cada uma delas perto de 1kg, o que veio animar as hostes pois inspirados quase todos comecaram a tira-las e a bom ritmo, só eu não me estreava, por inexperiencia não as conseguia fisgar. No meu balde apenas constavam uma choupa e uma sarda e um carapau. Sempre a iscar com caranguejo foi então que decidi colocar no anzol de cima (nº2 e em baixo tinha nº1) bomboca pois já que não estava a conseguir sacar uma dourada ao menos ia me entretendo com o que lá houvesse para apanhar com bomboca. Foi então que senti um leve toque na ponteira(estavamos a pescar a 80 metros de profundidade) e mandei uma sapatada com a cana para cima como senão houvesse amanhã, foi então que senti o carrete a patinar e a cana a vergar, pensei para mim, ui não me digas que me enganei e fisguei uma dourada, iniciei então a subida devagarinho saboreando cada cabeçada que a cana levava foi então que ao fim de 3 minutos +\- lhe vi a cor era uma Dourada com 900 gramas que me deu um gozo enorme tirar e curiosamente vinha no anzol mais pequeno e com bomboca. Não me cansava de olhar para ela no balde parecia um puto com um brinquedo novo. Ao almoço comemos massada de peixe-lua, dourada e camarão, brilhantemente preparado pelo mestre Marinho. Durante o resto do dia so tirei mais uma sarda pois á tarde já não deu tanto peixe e tb o jeito não é muito
Foi um dia muito bem passado, mas tou aqui que nem posso com os joelhos as costas e a barriga doridos de tanta pancada que levei contra o barco por causa das ondas, pois estive o dia todo de pé, mas os duros são assim, levamos pouco peixe para casa mas muitas dores
Próxima pescaria já está marcada para dia 12 de Janeiro, objectivo sargos 
Um abraço e deixo-vos com algumas fotos
Chegados ao pesqueiro ás 06h50 começamos de imediato a pescar armados de caranguejo e bomboca, comecaram a sair umas choupas de bom tamanho algumas safias, cavalas, carapaus...douradas nem ve-las, mas lá continuamos, entretanto o mestre marinho foi dormir pois este era o nono dia seguido que saia para o mar. FOi então que tiraram a primeira dourada o aqui animou rapaziada e foi o despertador do mestre marinho que de imediato armou a cana e começou a pescar também ao meu lado, foi ai que ele em meia hora tirou 6 douradas cada uma delas perto de 1kg, o que veio animar as hostes pois inspirados quase todos comecaram a tira-las e a bom ritmo, só eu não me estreava, por inexperiencia não as conseguia fisgar. No meu balde apenas constavam uma choupa e uma sarda e um carapau. Sempre a iscar com caranguejo foi então que decidi colocar no anzol de cima (nº2 e em baixo tinha nº1) bomboca pois já que não estava a conseguir sacar uma dourada ao menos ia me entretendo com o que lá houvesse para apanhar com bomboca. Foi então que senti um leve toque na ponteira(estavamos a pescar a 80 metros de profundidade) e mandei uma sapatada com a cana para cima como senão houvesse amanhã, foi então que senti o carrete a patinar e a cana a vergar, pensei para mim, ui não me digas que me enganei e fisguei uma dourada, iniciei então a subida devagarinho saboreando cada cabeçada que a cana levava foi então que ao fim de 3 minutos +\- lhe vi a cor era uma Dourada com 900 gramas que me deu um gozo enorme tirar e curiosamente vinha no anzol mais pequeno e com bomboca. Não me cansava de olhar para ela no balde parecia um puto com um brinquedo novo. Ao almoço comemos massada de peixe-lua, dourada e camarão, brilhantemente preparado pelo mestre Marinho. Durante o resto do dia so tirei mais uma sarda pois á tarde já não deu tanto peixe e tb o jeito não é muito
Um abraço e deixo-vos com algumas fotos