Corrigir estratégias 2 (Robalos "Á la chapa")
Enviado: domingo nov 25, 2007 11:12 am
Hoje vamos continuar a explicar as várias variantes do corrico. Desta vez utilizamos o sistema de chapa directa acoplada a um raglou 10,5 branco.
E porquê:
Um corricador deve saber ler o terreno que pisa quando está perante o pesqueiro que vai bater, isto é: Se amanhece como foi esta madrugada, e a lua brilhante sob uma capa fresca de nordeste ainda não se deitou, devemos esperar e verificar a cor da agua que nos vai aparecer diante dos olhos. Também é importante saber se o mar vai dar para esticar o boião, se vamos utilizar a chumbeirinha ou a chapa...A solução foi a seguinte...Com a bota calça bem apertada entro mar adentro e no areio consigo fazer com que a chumbeirinha trabalhe lá longe e com um raglou verde engano o primeiro..Mas a agua já os levou e agora com o dia claro, e como podem ver na foto, a agua tinha cor , o que fazer?? Estratégia 2 : Com a bota calça e o areio a permitir chegar aos cabeços de fora com agua pela cintura, lá fora o areio é fundo cavado por vagas certas que se encavalitam sobre o banco de areia.Pelo trajecto noto que há cabeços submersos, o que fazer?? Adaptar a chapa de 60 grs a um raglou e lançar forte. A chapa trabalha no fundo e a meia agua conforme nós quisermos, e o robalo maior não se fez negado...Com uma violenta pancada aflorou á superficie e lá longe via-o estrebuchar como se o dia tivesse começado ali....
Na foto podem ver melhor o sistema adaptado. Geralmente utilizo amostras de jigging de 30/40/60 grs e retiro-lhes o anzol triplo substituindo-o por um vinil que vem a trabalhar atrás. É fantastico para sitios fundos e rebojo pois podem sondar á velocidade que quiserem o pesqueiro..
Até ás proximas estratégias
Um abraço
António
E porquê:
Um corricador deve saber ler o terreno que pisa quando está perante o pesqueiro que vai bater, isto é: Se amanhece como foi esta madrugada, e a lua brilhante sob uma capa fresca de nordeste ainda não se deitou, devemos esperar e verificar a cor da agua que nos vai aparecer diante dos olhos. Também é importante saber se o mar vai dar para esticar o boião, se vamos utilizar a chumbeirinha ou a chapa...A solução foi a seguinte...Com a bota calça bem apertada entro mar adentro e no areio consigo fazer com que a chumbeirinha trabalhe lá longe e com um raglou verde engano o primeiro..Mas a agua já os levou e agora com o dia claro, e como podem ver na foto, a agua tinha cor , o que fazer?? Estratégia 2 : Com a bota calça e o areio a permitir chegar aos cabeços de fora com agua pela cintura, lá fora o areio é fundo cavado por vagas certas que se encavalitam sobre o banco de areia.Pelo trajecto noto que há cabeços submersos, o que fazer?? Adaptar a chapa de 60 grs a um raglou e lançar forte. A chapa trabalha no fundo e a meia agua conforme nós quisermos, e o robalo maior não se fez negado...Com uma violenta pancada aflorou á superficie e lá longe via-o estrebuchar como se o dia tivesse começado ali....
Na foto podem ver melhor o sistema adaptado. Geralmente utilizo amostras de jigging de 30/40/60 grs e retiro-lhes o anzol triplo substituindo-o por um vinil que vem a trabalhar atrás. É fantastico para sitios fundos e rebojo pois podem sondar á velocidade que quiserem o pesqueiro..
Até ás proximas estratégias
Um abraço
António