Embarcada do Sítio
Enviado: domingo fev 19, 2012 10:49 pm
Boas pescarias.
Ainda pensei mudar o título, mas assim dá continuidade à marcação da pescaria.
Eis que chegou o dia 18FEV2012, para a embarcada em Aveiro, com pessoal do Sítio, sendo a equipa constituída por: Braga/Taliban, João/joaonumberone, João Rodrigues/João Rodrigues, Rui Valério/Rui Valério, Carlos Rosário/Carlos Rosário, Bruno/Vergokan e o Carlos Simões, um penetra de última hora, dado que outro faltou à última da hora.
Como tudo estava minimamente alinhavado, pelas 05H13 recebo a primeira chamada do pessoal que vinha de mais longe, por volta das 05H45, chego ao primeiro local de encontro onde eles já estavam, tratando-se do João, o Bruno e o João, cumprimentos e apresentações rápidas, pois comigo seguiam o Carlos Rosário e o Simões, a concentração estava marcada para as 06H15 na marina.
Arrancámos direitos à pastelaria, entretanto recebo mais uma chamada, era o Rui e disse-lhe para onde íamos tomar o pequeno-almoço e comprar o pão para o almoço, onde todos nos encontrámos e de seguida arrancar direito à marina, que era muito próxima.
Material dentro da embarcação, a qual fomos estrear em acção de pesca, há pois foi, só tive conhecimento deste facto na sexta-feira, depois da hora do almoço e zarpámos rumo ao mar alto, mas logo que saímos a barra, marca nos manómetros que um dos motores tinha parado, mas não correspondia à verdade, depois foi descoberto o problema.
Mais duma hora de caminho que serviu para começar a descascar amêijoa, comecei eu e o Simões e a dada altura já quase todos estavam a fazê-lo.
Chegados ao pesqueiro na Galega, foi dado aos três “virgens” neste tipo de pesca, a ré, Rui e Simões a bombordo e a estibordo Carlos e Braga, para estar perto deles.
Comecei a esticar canas, que já iam preparadas, só tive de fazer uma alteração na manivela dum carreto, da esquerda para a direita e ainda não tinha a minha cana esticada já o Rui estava a baldear sargos e uns serrões também, o que era um bom prenúncio.
Vi umas montagens feitas, pelo pessoal novo, mas a maioria eram compradas, mas lá começaram a pescar e a tirar uns peixes.
Sobre o tempo só posso dizer, que muitos dias de Verão tinham vergonha deste dia, pois o vento era nulo ou quase, o mar estava impecável, com ondulação que nem se notava e o sol a brilhar de contente, por nos ver por ali.
Também pesquei mas o meu estado não era o melhor, os problemas digestivos e estomacais não davam tréguas, mas lá me aguentei.
Os peixes foram escasseando e estava na hora de fazer uma poitada e lá rumámos para outro local, lá apareceram mais uns peixes, no geral foram capturados no barco, sargos, besugos, serrões, fanecas, carapaus, choupas, bogas, safio, pissos e um polvo com medida, saiu ainda outro sem medida e uns gorazes, também devolvidos.
Pois os que estavam à espera que o gregório aparecesse no local, “tirem o cavalinho da chuva”, todo o pessoal se portou lindamente.
Fizemos a pausa para almoço, com chouriço, presunto, paio, queijo, bôla de carne, croquetes, rissóis, pasteis de bacalhau, carapaus de escabeche, camarão cozido, omolete, e sei lá que mais, mais umas minis pelo meio e eu só bebi uma, para ver a minha reacção, para além de não poder abusar e também bebi água.
Mais pesca, mais uns peixes, com os iscos, que foram vários, desde amêijoa, camarão, batata, sardinha, etc.
Material, eu utilizei a cana Tubertini F1 504, que tinha aposto um Shimano Stella 6000 FA, com multi e chicote. O “Joaonumberone” foi a Barros Titanus Offshore, com um Shimano Stella 8000 FA, com multi e chicote. O Bruno foi a Grauvell Teklon Teleboat e carreto Okuma Axeon AXS 65 D, com multi e chicote. E o João Rodrigues teve Colmic Hypnosys, com o Banax SI 5000 DX, com multi e chicote. Eles os três utilizaram canas de 4 metros.
Disponibilizei montagens, mas eles gastaram poucas. As montagens eram de fios Seaguar, Awa-Shima e outros, os estralhos tinham diâmetros rondaram os 26 mm, mas acabei a pescar com o 20,5. Anzóis variados, da Asari e Sasame, com a numeração do 3 ao 5.
Cerca das 17H00, termo da pesca e vamos então arrumar material e rumar à marina, pois esperámos um lanche ajantarado.
Antes que me esqueça, até por dentro sou verde, foi dito por lá,
e confirmado com visualização.
Os números da minha pesca pouco interessam, fiz uns besugos, choupas, fanecas, sargos e serrões.
Chegados a terra a mesa estava posta e à nossa espera, foi só o tempo de colocar outro prato na mesa e eis que chega a feijoada de sames de bacalhau, o arroz, previamente marcada, comemos, repetimos e aqui bebi dois copinhos de vinho, há pois foi, ou ia, ou rachava. Aqui, como noutras ocasiões, fomos falando da pesca e a sensação com que fiquei é que os ex-principiantes de pesca embarcada, gostaram e vão repetir.
A nível de convívio da minha parte foi o possível, tirando dois ou três momentos de ausência forçada momentânea.
Como havia pessoal que ainda tinha uma grande distância para percorrer, lá saímos e após as despedidas lá rumámos à estrada que nos havia de levar aos nossos destinos.
Para terminar, porque o relato já vai extenso, quero agradecer a todos os presentes, pelo excelente dia passado, um convívio espectacular, (apesar estar um pouco débil), que espero repetir e ficando na esperança que tenham gostado.
Os regressos a casa fizeram-se sem novidade, só não sei do Rui.
Fotografias não tenho, mas penso que existem, vão ter de aguardar.
Abraço e até à próxima.
Braga
Ainda pensei mudar o título, mas assim dá continuidade à marcação da pescaria.
Eis que chegou o dia 18FEV2012, para a embarcada em Aveiro, com pessoal do Sítio, sendo a equipa constituída por: Braga/Taliban, João/joaonumberone, João Rodrigues/João Rodrigues, Rui Valério/Rui Valério, Carlos Rosário/Carlos Rosário, Bruno/Vergokan e o Carlos Simões, um penetra de última hora, dado que outro faltou à última da hora.
Como tudo estava minimamente alinhavado, pelas 05H13 recebo a primeira chamada do pessoal que vinha de mais longe, por volta das 05H45, chego ao primeiro local de encontro onde eles já estavam, tratando-se do João, o Bruno e o João, cumprimentos e apresentações rápidas, pois comigo seguiam o Carlos Rosário e o Simões, a concentração estava marcada para as 06H15 na marina.
Arrancámos direitos à pastelaria, entretanto recebo mais uma chamada, era o Rui e disse-lhe para onde íamos tomar o pequeno-almoço e comprar o pão para o almoço, onde todos nos encontrámos e de seguida arrancar direito à marina, que era muito próxima.
Material dentro da embarcação, a qual fomos estrear em acção de pesca, há pois foi, só tive conhecimento deste facto na sexta-feira, depois da hora do almoço e zarpámos rumo ao mar alto, mas logo que saímos a barra, marca nos manómetros que um dos motores tinha parado, mas não correspondia à verdade, depois foi descoberto o problema.
Mais duma hora de caminho que serviu para começar a descascar amêijoa, comecei eu e o Simões e a dada altura já quase todos estavam a fazê-lo.
Chegados ao pesqueiro na Galega, foi dado aos três “virgens” neste tipo de pesca, a ré, Rui e Simões a bombordo e a estibordo Carlos e Braga, para estar perto deles.
Comecei a esticar canas, que já iam preparadas, só tive de fazer uma alteração na manivela dum carreto, da esquerda para a direita e ainda não tinha a minha cana esticada já o Rui estava a baldear sargos e uns serrões também, o que era um bom prenúncio.
Vi umas montagens feitas, pelo pessoal novo, mas a maioria eram compradas, mas lá começaram a pescar e a tirar uns peixes.
Sobre o tempo só posso dizer, que muitos dias de Verão tinham vergonha deste dia, pois o vento era nulo ou quase, o mar estava impecável, com ondulação que nem se notava e o sol a brilhar de contente, por nos ver por ali.
Também pesquei mas o meu estado não era o melhor, os problemas digestivos e estomacais não davam tréguas, mas lá me aguentei.
Os peixes foram escasseando e estava na hora de fazer uma poitada e lá rumámos para outro local, lá apareceram mais uns peixes, no geral foram capturados no barco, sargos, besugos, serrões, fanecas, carapaus, choupas, bogas, safio, pissos e um polvo com medida, saiu ainda outro sem medida e uns gorazes, também devolvidos.
Pois os que estavam à espera que o gregório aparecesse no local, “tirem o cavalinho da chuva”, todo o pessoal se portou lindamente.
Fizemos a pausa para almoço, com chouriço, presunto, paio, queijo, bôla de carne, croquetes, rissóis, pasteis de bacalhau, carapaus de escabeche, camarão cozido, omolete, e sei lá que mais, mais umas minis pelo meio e eu só bebi uma, para ver a minha reacção, para além de não poder abusar e também bebi água.
Mais pesca, mais uns peixes, com os iscos, que foram vários, desde amêijoa, camarão, batata, sardinha, etc.
Material, eu utilizei a cana Tubertini F1 504, que tinha aposto um Shimano Stella 6000 FA, com multi e chicote. O “Joaonumberone” foi a Barros Titanus Offshore, com um Shimano Stella 8000 FA, com multi e chicote. O Bruno foi a Grauvell Teklon Teleboat e carreto Okuma Axeon AXS 65 D, com multi e chicote. E o João Rodrigues teve Colmic Hypnosys, com o Banax SI 5000 DX, com multi e chicote. Eles os três utilizaram canas de 4 metros.
Disponibilizei montagens, mas eles gastaram poucas. As montagens eram de fios Seaguar, Awa-Shima e outros, os estralhos tinham diâmetros rondaram os 26 mm, mas acabei a pescar com o 20,5. Anzóis variados, da Asari e Sasame, com a numeração do 3 ao 5.
Cerca das 17H00, termo da pesca e vamos então arrumar material e rumar à marina, pois esperámos um lanche ajantarado.
Antes que me esqueça, até por dentro sou verde, foi dito por lá,
Os números da minha pesca pouco interessam, fiz uns besugos, choupas, fanecas, sargos e serrões.
Chegados a terra a mesa estava posta e à nossa espera, foi só o tempo de colocar outro prato na mesa e eis que chega a feijoada de sames de bacalhau, o arroz, previamente marcada, comemos, repetimos e aqui bebi dois copinhos de vinho, há pois foi, ou ia, ou rachava. Aqui, como noutras ocasiões, fomos falando da pesca e a sensação com que fiquei é que os ex-principiantes de pesca embarcada, gostaram e vão repetir.
A nível de convívio da minha parte foi o possível, tirando dois ou três momentos de ausência forçada momentânea.
Como havia pessoal que ainda tinha uma grande distância para percorrer, lá saímos e após as despedidas lá rumámos à estrada que nos havia de levar aos nossos destinos.
Para terminar, porque o relato já vai extenso, quero agradecer a todos os presentes, pelo excelente dia passado, um convívio espectacular, (apesar estar um pouco débil), que espero repetir e ficando na esperança que tenham gostado.
Os regressos a casa fizeram-se sem novidade, só não sei do Rui.
Fotografias não tenho, mas penso que existem, vão ter de aguardar.
Abraço e até à próxima.
Braga