bre Escreveu:Acho que estava mesmo em dia não.
Já vi acontecer o mesmo num pontão da Costa da Caparica.
Dois pescadores ao corrico com pingalim, chumbada de 80 gr. etc.
Rodavam entre si na mesma pedra, ou seja, o 1º lançava para a esquerda, a corrente puxava para a direita deslocando-se o 1º pescador para o lado direito da pedra.
Entretanto entrava o 2º pescador para o lado esquerdo da pedra e repetia-se o processo, rodavam entre si...
Ao fim de 15/20 min um deles apanhou 4 ou 5 "bocas grandes" para ai de 4/5 kg e o outro 00000...
Porquê não sei... talvez falta de sorte...
Continue a tentar, porque eles andam ai...
Saudações
Essa pesca a rodar, o pessoal vai chamando de "rodízio".
Ò problema de um pescador apanhar e outro não pode ter a ver com pequenos detalhes, tais como:
- côr e tipo de amostra
- côr, espessura e comprimento do fio terminal
- côr, peso, tipo e formato da bóia de água ou buldo (se fôr o caso de utilização destes aparelhos)
- a velocidade de recolha e animação dada à amostra
- o lançamento também pode ter a sua influência. Muitos pescadores quando detectam peixem numa determinada zona, tendem a lançar directamente para cima do local e isto é normalmente errado. Deve-se lançar para lá do local e então quando a amostra passa pela
zona quente já vem a desempenhar a sua função correctamente. Para além de que, quando se usam buldo ou bóia de água, o splash destes a cair pode assustar o peixe a fazê-lo entocar, ou pelo menos ficar mais desconfiado.
Não se consegue controlar todas as variáveis/nuances, e o condão de sorte também faz das suas.
