pois tem muita tendençia a rasgar-se todo e é muito sensivél fazendo-se em agua,é "" recomendavél" salgar-los para que os mesmo fiquem mais consistentes e possam ser iscados sem o elastico de silicone .
Se é para apanhá-los, eu não os salgava; os bivalves têm mais apetência para o peixe no momento em que são lançados à água e libertam aquela baba.
Tenho experimentado no mergulho partir alguns e o que acontece é que os sargos vêm imediatamente comer, pouco depois vão embora.
Quanto ao peixe que podes apanhar ou não tens de ver se existem probabilidades de o peixe andar a mariscar ou aos vermes (é como nós às vezes apetece massa, outras uma mariscada).
Assim dito, se o mar é batido e há muita rocha, lá diz o ditado "quem se ....é o mexilhão", e é provável que seja isso que o peixe anda a comer. Se é numa croa que se está a desarear, penso que um verme é mais interessante, porque provavelmente o peixe anda à comedia...
Não quer dizer que iscar na praia mexilhão não sirva, mas repara,também na caça submarina se ando aos polvos, quase não vejo peixes e não é por não estarem lá, mas porque não estou para ali virado. E tu respondes-me: "mas tu não és um peixe" ou "debaixo do mar não tens olfacto", e eu respondo: -Pois.
Mas é só para trocar impressões, eu sal não ponho, caso contrário o isco emborracha e perde virtude. Ao fundo, só na pedra (ou de preferência no intervalo da pedra) e só para as nossas amigas.
Na minha opinião iscadas pequenas de mexilhão fresco para o fundo (dirigidas ao sargo) resultam invariavelmente numa bodeguice a iscar (aquela porra escorrega mesmo), e perdem efeito em menos de nada (descobre-se o anzol, salta mexilhão no lançamento-normalmente a parte laranja que se diz que é mais apetecível, e a iscada fica muito "lavada" e a páginas tantas estás a pescar só com as barbilhas do mexilhão...)
Já à boia se tiveres paciência...