Atenção que o meu objetivo é apenas discordar do destino dado ao dinheiro das multas e em situação alguma denegrir o nome da instituição da policia maritima.
Como em todas as instituições´existem bons e maus funçionarios e estou apenas a referir-me a situações que podem ter sido feitas e no futuro viram a se-lo por esses mesmos maus funcionarios que com este metodo de fiscalização em que todos ganham em piramide puderá dar lugar a esquemas menos transparentes em que os prejudicados são sempre os mesmos.ou seja,os mais pequenos.
Pescadores ludicos,proprietarios de embarcaçoes de recreio e veraneantes,porque ás pessoas que vão para a praia,também podem vir a ser visadas.
A titulo de exemplo,ir a banhos em praias em que a bandeira está vermelha,puderá dar lugar a multas,jogar á bola,surf,bodybord,motas d agua.
P.S-Nunca pus em causa se a lei está bem ou mal,mas sim da forma a que puderá ser aplicada.
Capitães e polícias ganham 20 por cento das multas
Nada como fazeres isso na 1ª pessoa para saberes. Pelo que entendi não foste tu que fizeste essas denuncias. São coisas que foram/são faladas.
Se as artes são ilegais deviam as ter levantado... Não as levantaram porque razão?
Aqui uma vez não as levantaram logo para no dia seguinte (próxima maré) apanharem o infractor em flagrante. No dia seguinte estavam lá as marcas do jeep bem visiveis.
Agora existem artes que (infelizmente) podem ser lançadas aos nossos pés porque a lei o permite e quanto a isso eles não podem fazer nada.
Não é esse o caso em algumas vezes?
Duvido sinceramente por muito que sejam como dizem aí no Barreiro que se vocês andarem a denunciar isso todas as noites (e as artes forem ilegais) que eles não façam nada acerca disso. Se isso é mesmo como estás a dizer, então aí sim, temos notícia de jornal.
Se as artes são ilegais deviam as ter levantado... Não as levantaram porque razão?
Aqui uma vez não as levantaram logo para no dia seguinte (próxima maré) apanharem o infractor em flagrante. No dia seguinte estavam lá as marcas do jeep bem visiveis.
Agora existem artes que (infelizmente) podem ser lançadas aos nossos pés porque a lei o permite e quanto a isso eles não podem fazer nada.
Não é esse o caso em algumas vezes?
Duvido sinceramente por muito que sejam como dizem aí no Barreiro que se vocês andarem a denunciar isso todas as noites (e as artes forem ilegais) que eles não façam nada acerca disso. Se isso é mesmo como estás a dizer, então aí sim, temos notícia de jornal.
Só uma informação com a qual talvez fiquem estupefactos tal como eu fiquei quando soube.
Em tempos num outro tópico estivemos a falar do tal lançamento de artes ao pé da costa, e da própria brigada fiscal passar ao lado sem fazer nada.
Hoje mais informado percebo melhor as coisas, afinal os fóruns são bons para isso, informar e esclarecer através dos conhecimentos dos seus membros e não desinformar.
Quanto à BF como já disse acho que realmente não faz muito sentido andarem a verificar redes e artes mas sim as questões fiscais (as papeladas).
Assim, passo a info enviada na altura pelo Paulo (karva) acerca do aparelho (palangre):
Ficaram de boca aberta? Eu também fiquei na altura, mas parece que é mesmo assim. Uma vez em conversa com um PM, numa noite em que um barco resolveu acampar numa praia aqui da zona, perguntei-lhe porque é que não fiscalizavam os aparelhos encostados às praias ele respondeu-me que eles não podiam porque os aparelhos podiam ser colocados perto da praia. Fiquei a pensar que tinha ouvido mal ou percebido mal, não me pareceu que aquilo fosse possível, depois da chamada de atenção do karva, lembrei-me da resposta do PM e fez-se luz
.
Nós não podemos pescar a menos de 300metros de uma praia concessionada, isto mesmo de noite, e os Srs Profs. podem lançar o aparelho a 50 metros se quiserem que não é ilegal.
Estão mal, mas são as leis que existem. Talvez a nossa limitação nem esteja mal feita (excepto a parte nocturna), agora deveriam ser criadas distancias mínimas da costa para a utilização do palangre, tal como existe para todas as outras artes.
Em tempos num outro tópico estivemos a falar do tal lançamento de artes ao pé da costa, e da própria brigada fiscal passar ao lado sem fazer nada.
Hoje mais informado percebo melhor as coisas, afinal os fóruns são bons para isso, informar e esclarecer através dos conhecimentos dos seus membros e não desinformar.
Quanto à BF como já disse acho que realmente não faz muito sentido andarem a verificar redes e artes mas sim as questões fiscais (as papeladas).
Assim, passo a info enviada na altura pelo Paulo (karva) acerca do aparelho (palangre):
Ou seja, se quiserem os Prof. podem lançar aparelho aos nossos pés uma vez que a lei não impõe distancias.karva Escreveu:Boas. Se o aparelho que eles estavam a utilizar era o palangre, então o regulamento de pesca á linha onde se inclui o palangre não determina distância minima da costa.
Ficaram de boca aberta? Eu também fiquei na altura, mas parece que é mesmo assim. Uma vez em conversa com um PM, numa noite em que um barco resolveu acampar numa praia aqui da zona, perguntei-lhe porque é que não fiscalizavam os aparelhos encostados às praias ele respondeu-me que eles não podiam porque os aparelhos podiam ser colocados perto da praia. Fiquei a pensar que tinha ouvido mal ou percebido mal, não me pareceu que aquilo fosse possível, depois da chamada de atenção do karva, lembrei-me da resposta do PM e fez-se luz
Nós não podemos pescar a menos de 300metros de uma praia concessionada, isto mesmo de noite, e os Srs Profs. podem lançar o aparelho a 50 metros se quiserem que não é ilegal.
Estão mal, mas são as leis que existem. Talvez a nossa limitação nem esteja mal feita (excepto a parte nocturna), agora deveriam ser criadas distancias mínimas da costa para a utilização do palangre, tal como existe para todas as outras artes.
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karva
Aqui vai um update a este tópico.
In Correio da manhã
2007-11-13 - 00:00:00
Armada: Inquérito à autoridade marítima
Saco azul inexistente
Jorge Lemos
Averiguação interna garante que 'são seguidos com rigor' os métodos legais estabelecidos para cobrança e distribuição de emolumentos
A Marinha não encontrou nenhum ‘saco azul’ na Autoridade Marítima Nacional, alegadamente constituído por verbas oriundas da cobrança de multas pela Polícia Marítima (PM), nem detectou ilegalidades na colocação de pessoal militar nas capitanias e nos pagamentos dos vencimentos dos recrutas quando desistem dos cursos.
Em relação a esta matéria, “não houve um único caso, nem sequer por via anónima, de ilegalidades”, frisou ontem ao CM o vice-almirante Lopo Cajarabille, responsável pelo inquérito da Marinha.
A 30 de Julho deste ano, o CM noticiou a existência de um alegado ‘saco azul’ na Marinha, que seria constituído por verbas das coimas cobradas pela PM e que serviria para pagar aos capitães de portos e a todo o pessoal da PM. E no próprio dia da notícia a Marinha desencadeou um inquérito interno para apurar se havia ilegalidades. O vice-almirante Lopo Cajarabille, vice-chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA) até meados deste ano, sublinha que “não foram detectadas ilegalidades e ninguém [do pessoal] ganha um tostão por [cobrar] mais ou menos multas”.
O inquérito apurou que “são seguidos com rigor os procedimentos legalmente estabelecidos para cobrança e distribuição de emolumentos, com base num programa informático que providencia sempre recibo ao utente, inviabilizando desvios do tipo ‘saco azul’. As frequentes inspecções realizadas comprovam o regular funcionamento do sistema”.
O inquérito não encontrou “quaisquer indícios” de existência de “‘um sindicato’, uma espécie de organização clandestina, que a troco de dinheiro ou favores conseguiria gerir, pelo menos em parte, as colocações mais apetecíveis de pessoal militar”. A Marinha garante que “as normas actualmente em vigor são muito pormenorizadas, tendo as comissões consultivas permanentes de sargentos e praças sido chamadas a contribuir para a sua feitura”.
Por fim, apurou-se também que “não tem qualquer fundamento o alegado desvio de dinheiro dos vencimentos dos recrutas quando desistem dos respectivos cursos”. Para permitir um maior controlo aos próprios destinatários, “a Chefia do serviço de Apoio Administrativo (CSAA), desde Fevereiro de 2007, deixou de transferir as verbas relativas ao pagamento aos recrutas para a Escola de Fuzileiros, passando a enviar cheques nominativos que são devolvidos à CSAA se não puderem ser entregues aos destinatários”.
APONTAMENTOS
COIMAS
As receitas das coimas da Autoridade Marítima são distribuídas, segundo a lei, pelo Estado e outros organismos. Estas verbas não pagam despesas com pessoal.
EMOLUMENTOS
Os emolumentos são uma compensação financeira mensal dada ao pessoal em serviço na Autoridade Marítima. As verbas são provenientes das receitas geradas nos portos.
COLOCAÇÕES
A Marinha garante que em matéria de colocações de pessoas nas capitanias “é feita uma análise comparada de um conjunto alargado de elementos do processo individual para escolher a pessoa indicada, impedindo quaisquer influências exteriores na nomeação e colocação de pessoal”.
NOTA EDITORIAL
Após averiguações internas e contactos externos para análise de todo o material disponível, a Direcção do Correio da Manhã não pode deixar de assumir que o jornal errou em várias passagens dos artigos que deram origem à manchete “Polícias Marítimos Ganham nas Multas”, publicada a 30 de Julho. Como a nossa relação com os leitores sempre se caracterizará pela lealdade e total lisura, aqui estamos para reconhecer o erro, que teve como ponto de partida a confusão feita pelo jornalista entre “emolumentos” e “multas”. Também a Armada é credora, neste particular, de um pedido de desculpas pelo deficiente tratamento da informação. Na constante busca do aperfeiçoamento, e no sentido de evitar futuras situações de menor qualidade na informação, o CM enveredou por uma alteração dos procedimentos internos que em virtude do sucedido considerou necessária.
António Sérgio Azenha
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karva
In Correio da manhã
2007-11-13 - 00:00:00
Armada: Inquérito à autoridade marítima
Saco azul inexistente
Jorge Lemos
Averiguação interna garante que 'são seguidos com rigor' os métodos legais estabelecidos para cobrança e distribuição de emolumentos
A Marinha não encontrou nenhum ‘saco azul’ na Autoridade Marítima Nacional, alegadamente constituído por verbas oriundas da cobrança de multas pela Polícia Marítima (PM), nem detectou ilegalidades na colocação de pessoal militar nas capitanias e nos pagamentos dos vencimentos dos recrutas quando desistem dos cursos.
Em relação a esta matéria, “não houve um único caso, nem sequer por via anónima, de ilegalidades”, frisou ontem ao CM o vice-almirante Lopo Cajarabille, responsável pelo inquérito da Marinha.
A 30 de Julho deste ano, o CM noticiou a existência de um alegado ‘saco azul’ na Marinha, que seria constituído por verbas das coimas cobradas pela PM e que serviria para pagar aos capitães de portos e a todo o pessoal da PM. E no próprio dia da notícia a Marinha desencadeou um inquérito interno para apurar se havia ilegalidades. O vice-almirante Lopo Cajarabille, vice-chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA) até meados deste ano, sublinha que “não foram detectadas ilegalidades e ninguém [do pessoal] ganha um tostão por [cobrar] mais ou menos multas”.
O inquérito apurou que “são seguidos com rigor os procedimentos legalmente estabelecidos para cobrança e distribuição de emolumentos, com base num programa informático que providencia sempre recibo ao utente, inviabilizando desvios do tipo ‘saco azul’. As frequentes inspecções realizadas comprovam o regular funcionamento do sistema”.
O inquérito não encontrou “quaisquer indícios” de existência de “‘um sindicato’, uma espécie de organização clandestina, que a troco de dinheiro ou favores conseguiria gerir, pelo menos em parte, as colocações mais apetecíveis de pessoal militar”. A Marinha garante que “as normas actualmente em vigor são muito pormenorizadas, tendo as comissões consultivas permanentes de sargentos e praças sido chamadas a contribuir para a sua feitura”.
Por fim, apurou-se também que “não tem qualquer fundamento o alegado desvio de dinheiro dos vencimentos dos recrutas quando desistem dos respectivos cursos”. Para permitir um maior controlo aos próprios destinatários, “a Chefia do serviço de Apoio Administrativo (CSAA), desde Fevereiro de 2007, deixou de transferir as verbas relativas ao pagamento aos recrutas para a Escola de Fuzileiros, passando a enviar cheques nominativos que são devolvidos à CSAA se não puderem ser entregues aos destinatários”.
APONTAMENTOS
COIMAS
As receitas das coimas da Autoridade Marítima são distribuídas, segundo a lei, pelo Estado e outros organismos. Estas verbas não pagam despesas com pessoal.
EMOLUMENTOS
Os emolumentos são uma compensação financeira mensal dada ao pessoal em serviço na Autoridade Marítima. As verbas são provenientes das receitas geradas nos portos.
COLOCAÇÕES
A Marinha garante que em matéria de colocações de pessoas nas capitanias “é feita uma análise comparada de um conjunto alargado de elementos do processo individual para escolher a pessoa indicada, impedindo quaisquer influências exteriores na nomeação e colocação de pessoal”.
NOTA EDITORIAL
Após averiguações internas e contactos externos para análise de todo o material disponível, a Direcção do Correio da Manhã não pode deixar de assumir que o jornal errou em várias passagens dos artigos que deram origem à manchete “Polícias Marítimos Ganham nas Multas”, publicada a 30 de Julho. Como a nossa relação com os leitores sempre se caracterizará pela lealdade e total lisura, aqui estamos para reconhecer o erro, que teve como ponto de partida a confusão feita pelo jornalista entre “emolumentos” e “multas”. Também a Armada é credora, neste particular, de um pedido de desculpas pelo deficiente tratamento da informação. Na constante busca do aperfeiçoamento, e no sentido de evitar futuras situações de menor qualidade na informação, o CM enveredou por uma alteração dos procedimentos internos que em virtude do sucedido considerou necessária.
António Sérgio Azenha
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karva
Obrigado karva, sempre atento.
Destaco apenas isto

Destaco apenas isto
e istoPaulo Escreveu:Em Portugal, a começar pelo transito e sempre tudo contra as multas e as autoridades que passam as multas. Esta notícia do CM (mais uma) é uma daquelas que tentam através do populismo vender jornais.
NOTA EDITORIAL
Após averiguações internas e contactos externos para análise de todo o material disponível, a Direcção do Correio da Manhã não pode deixar de assumir que o jornal errou em várias passagens dos artigos que deram origem à manchete “Polícias Marítimos Ganham nas Multas”, publicada a 30 de Julho. Como a nossa relação com os leitores sempre se caracterizará pela lealdade e total lisura, aqui estamos para reconhecer o erro, que teve como ponto de partida a confusão feita pelo jornalista entre “emolumentos” e “multas”. Também a Armada é credora, neste particular, de um pedido de desculpas pelo deficiente tratamento da informação. Na constante busca do aperfeiçoamento, e no sentido de evitar futuras situações de menor qualidade na informação, o CM enveredou por uma alteração dos procedimentos internos que em virtude do sucedido considerou necessária.
António Sérgio Azenha
- bluemerlim
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- Registado: terça mar 20, 2007 2:44 pm
