Boas pescarias.
N Moreira Escreveu:acho no meu entender que quando se faz a montagem das crossbeds na madre se deve fazer o no de oito normal, e não passar duas vezes ou fazer dois nos de oito em cima de um do outro, pois isso acaba por facilitar a quebra da madre da montagem nesse ponto.
as minhas montagens tem no maximo um metro, mas isso sou eu cada uma faz como quer.
acho que uma montagem do tamanho da cana ou parecido so vai é chamar mais bogas e cavalas para os anzois de cima, se fosse so carapaus ainada era como o outro agora tirar bogas e cavalas .
ainda tem mais uma montagem grande , comprida é mais dificil de meter dentro do barco sem correr o risco de partir a ponteira da cana. eu quando levanto a minha montagem da agua para por dentro do barco esta vem a ficar ao meu nivel, e sem problema passoa para dentro do barco, se tivesse uma montagem de imagina dois metros , das duas uma ou tinha de a icar da agua a mao para dentro do barco, ou então tinha de ter uma cana de 5 metros , para a ponteira ficar mais alta e a montagem vir para ao meu nivel. e isto a pescar numa traineira que ate é um barco alto, agora se for num barco pequeno ja o destrocedor bateu na ponteira da cana ainda tems o anzol do fundo dentro de agua .
Caro companheiro relativamente à citação anterior e sobre os quatro parágrafos, gostava de lhe fazer umas perguntas e dar-lhe umas respostas, por isso começo por perguntar se o nó denominado oitos é ou não o constante na fotografia deste tópico, isto é sobre o 1º. parágrafo.
Sobre o 2º. parágrafo, pergunto qual o tamanho dos estralhos que utilizas? Todos os teus estralhos tem o mesmo tamanho?
Vou dar umas respostas, se existir muita aguagem, utilizo estralhos superiores a 40 cm de comprido e se na zona predominar os pargos, estralhos superiores a 40 cm e podem ir até aos 60 cm.
3º. parágrafo, eu não falei em montagens do tamanho da cana, mas sim inferior ao tamanho da cana e aqui existem logo três nuances a ter em conta, se a cana é parabólica, semi-parabólica ou de acção de ponteira. Também não compreendo como é que se apanha mais cavalas ou carapaus, nos anzóis de cima, bom talvez estejam a pescar em águas pouco profundas. Posso dizer que em 2010, fiz 18 pescas embarcadas e entre outras espécies, para exemplo digo que fiz 45 cavalas e 277 sargos, ou seja 6 vezes mais sargos do que cavalas e era na subida, aquando da recuperação da pesca com peixe, que capturei muitas delas. Posso até adiantar que bogas também apanho, mas não sou dos mais comtemplados com elas.
Posso adiantar que não tenho nenhuma cana com 5 metros e tenho montagens com 2,60 m de comprido, pesco com canas de 4 metros e uma de 4,20 m, ponteiras já parti e quem não partiu, mas nunca a levantar peixe. Procuro sempre adaptar as montagens de modo a içar o peixe da água e a chumbada vir para a minha mão, cerca da zona da cintura. Outro pormenor importante é que nunca deixo chegar o destrocedor à ponteira, pois aí sim, é meio caminho andado para se partir uma ponteira e nota importante as ponteiras que uso são em maioria de carbono. Para terminar raramente, mas mesmo muito raramente tenho de levantar o peixe da antepara do barco.
As minhas montagens são feitas em consonância com a cana, o tipo de pesca e a minha pessoa.
Abraço.
Braga.